Questões na prática

Ginecologia e Obstetrícia

Obstetrícia

Mulher procura o ambulatório com úlcera vulvar. Qual conduta abaixo NÃO é recomendada de forma rotineira?

A
Examinar o parceiro.
B
Sorologia para HIV.
C
Tratar cancro mole.
D
Sorologia para herpes.
E
Solicitar VDRL.
Tereza, 19 anos, primigesta, inicia pré-natal na 25ª semana de gestação. Faz exames: grupo sanguíneo O Rh negativo, Du negativo, Coombs indireto: 1:16. Relata febre, astenia e discreto exantema generalizado em torno da 10ª semana de gestação, que involuíram espontaneamente. Não procurou atendimento médico à época. Diante do resultado do teste de Coombs indireto, a propedêutica mais indicada é:
Cynara, 30 anos, gesta II para I, hipertensa e diabética tipo I. Está na 8ª semana de gestação e apresenta sangramento de pequena quantidade e cólicas discretas há 3 dias, que cessaram hoje cedo pela manhã. A ultrassonografia realizada há 2 semanas evidenciou gestação tópica com embrião de 6 semanas e batimentos cardíacos presentes. Ao exame especular apresenta sangramento vaginal muito discreto e, ao toque, útero aumentado de tamanho (+/- 10 cm) e colo fechado. O provável diagnóstico clínico é:
João evolui com instabilidade hemodinâmica e oligoanúria. A creatinina sérica é 5,8 mg/dl e tem 54000 plaquetas/mm³. A radiografia de tórax mostra infiltrado pulmonar bilateral. Entubado, com saída de sangue vivo pelo tubo e colocado em assistência ventilatória. A seguir, apresenta parada cardíaca e o monitor mostra fibrilação ventricular. Foi iniciado protocolo atual de reanimação cardiorrespiratória. O ritmo cardíaco foi refratário a duas tentativas de desfibrilação. Neste momento a conduta é administrar:
São fatores contribuintes na infecção pelo HPV:
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