Questões na prática

Ginecologia e Obstetrícia

Obstetrícia

Na apresentação cefálica com deflexão de 3º grau, com variedade de posição mento­-esquerda­-anterior, qual a situação e a posição fetal?

A
Transversa, direita.
B
Transversa, esquerda.
C
Longitudinal, direita.
D
Longitudinal, esquerda.
E
Córmica, esquerda.
Feliciana tem 19 anos e reside no Rio de Janeiro. Em março deste ano, procurou atendimento médico queixando-se de febre, vômitos, mialgias, cefaleia e dor retro-orbitária. Apresentava exantema no tronco, sem outras alterações ao exame físico. Encontrava-se estável, com PA=120x80mmHg, sem manifestações hemorrágicas espontâneas. O médico que a assistiu realizou a pesquisa de hipotensão postural, que foi negativa, e a prova do laço. Esta última foi feita da seguinte maneira: com a paciente sentada, insuflou o manguito do esfigmomanômetro até 130mmHg, por cinco minutos. A seguir, desinsuflou o manguito e, num quadrado de 2,5cm por 2,5cm, contou trinta petéquias. A prova foi considerada positiva. O marido de Feliciana havia recebido diagnóstico recente de dengue. conduta indicada para Feliciana, neste momento, é:
Ângela tem 42 anos e é casada com Cláudio há onze anos. Nos últimos meses Cláudio vem notando alterações no comportamento da esposa tais como irritabilidade, choro fácil, sudorese nas mãos, emagrecimento, apesar de não ter percebido diminuição no apetite ou na quantidade de alimentação. Ângela reclama ainda de sentir muito calor e de estar apresentando palpitações frequentes. Após análise dos dados explicitados por Ângela e Cláudio, a principal suspeita diagnóstica é:
Josefina, de 54 anos, deu entrada na emergência com quadro clínico compatível com o diagnóstico de colecistite aguda, posteriormente confirmada por exames laboratoriais e de imagem. O tratamento clínico indicado incluiu dieta zero, hidratação venosa, analgesia e antibioticoterapia. O uso de antibiótico, indicado para Josefina, tem como finalidade a cobertura da infecção por germes do tipo GRAM:
Ao abordar as neoplasias digestivas você enfatiza que a forma mais comum de metastatização do câncer de cólon é para linfonodos regionais. Esta disseminação está ligada, principalmente, a fatores como tamanho do tumor, diferenciação do tumor, invasão linfovascular e profundidade de invasão. Dentre estes fatores aquele que, individualmente, é o mais importante fator preditivo de desenvolvimento de metástase em linfonodos regionais é: (VER IMAGEM)
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