Questões na prática

Clínica Médica

Pediatria

Gastroenterologia

Pediatria Geral

Na invaginação intestinal, é INCORRETO afirmar que:

A
o local da invaginação frequentemente encontrado é a região íleo-ceco-cólica.
B
o sinal de Dance é a ausência do ceco na fossa ilíaca direita pela palpação abdominal.
C
2/3 dos casos, ocorrem em crianças maiores de 1 ano de idade.
D
a causa da invaginação geralmente é desconhecida, porém existe uma teoria que sugere que esta afecção acorre após doenças virais como: gastroenterite e infecção respiratória.
E
a invaginação intestinal pode ocorrer após um trauma abdominal fechado.
Criança, 4 anos, feminina, atendida no PA com relato de ter apresentado crise convulsiva tônico-clônica generalizada de curta duração, acompanhada de febre elevada sem passado mórbido anterior e com bom estado geral. A conduta mais adequada frente ao caso é:
Lactente de cinco meses iniciou quadro de cianose de mucosas labial, bucal, e de leitos ungueais de mãos e pés, que se exacerba com o choro e, às vezes, com a mamada. Exame físico: eutrófica; eupneica; precórdio calmo; sopro rude em borda esternal esquerda. Radiografia de tórax: ausência de infiltrado pulmonar; hipofluxo pulmonar; área cardíaca de tamanho normal; arco médio escavado. A hipótese diagnóstica mais provável é.
Escolar de sete anos, sexo masculino, com asma grave sem acompanhamento regular, é levado ao ambulatório por apresentar claudicação intermitente observada há aproximadamente um mês. Refere dor na região coxofemoral com irradiação em direção à patela. Exame físico: afebril; limitação da mobilização do membro inferior direito, principalmente da abdução coxofemoral sem sinais de flogose. Radiografia de quadril: osteosclerose da cabeça do fêmur e achatamento da epífise. Este quadro é compatível com:
Feminino, 20 anos, apresentou-se com febre de 38,5° C, dores no corpo, espirros, dor de garganta e tosse irritativa. Medicou-se com sintomáticos e melhorou bastante a partir do quinto dia, entretanto persistiu a tosse com pouca expectoração. No oitavo dia voltou a apresentar febre de 37,5° C e a tosse aumentou, tornando-se mais abundante e amarelada, voltou a cefaleia, sensação de obstrução nasal e de “cheiro ruim” no nariz. Ao exame, já no décimo dia, está em bom estado geral, nota-se secreção purulenta no cavum e dor à compressão da região frontal. Relata antecedentes de rinite alérgica desde pequena. História menstrual normal. A melhor conduta antibiótica é tratar por via oral com:
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