Questões na prática

Clínica Médica

Gastroenterologia

Na isquemia aguda mesentérica podemos dizer:

A
Desde o advento da heparinização, não é necessário o tratamento cirúrgico de urgência, pois seu uso diminuiu o índice de mortalidade
B
A isquemia intestinal aguda pode ser devida à oclusão das veias mesentéricas
C
A isquemia intestinal aguda não pode se desenvolver sem obstrução vascular mecânica
D
A realização de estudo angiográfico prévio a laparotomia exploradora não altera o prognóstico da doença
E
Na trombose da artéria mesentérica superior em sua origem o comprometimento vascular sempre poupa o duodeno e o cólon direito
Homem, 79 anos, refere alteração no hábito intestinal há 1 ano, passando a evacuar várias vezes ao dia, em pequena quantidade, com muco e estrias de sangue nas fezes. Relata dor retal e perda ponderal de 10 kg no período. A abordagem inicial, o provável diagnóstico e o tratamento mais adequado são:
Homem de 42 anos apresentando dor lombar no flanco direito de moderada intensidade há dois meses, que intensificou há uma semana, necessitando de analgésicos e anti-inflamatórios para o controle da mesma. Tomografia de abdome evidencia cálculo renal direito de 2,1 cm, no terço inferior, com densidade de 1063UH (Unidades Hounsfield) e distância cálculo-pele de 11 cm. Presença de discreta dilatação da pelve renal direita (pelve extra hilar), sem outras alterações renais e de vísceras abdominais. Considerando as informações acima, a melhor conduta no tratamento do cálculo renal diagnosticado é:
Criança de 1 mês de vida, do sexo masculino, dá entrada em pronto-socorro com quadro de sepse, distensão abdominal, globo vesical visível e palpável. O diagnóstico mais provável seria:
Mulher de 35 anos, tabagista, apresentou hematúria macroscópica e a cistoscopia revelou lesão vesical de 3 cm. A ressecção desta lesão revelou tratar-se de carcinoma de células transicionais de baixo grau, sem comprometimento do detrusor. Qual a sequência deste tratamento?
Compartilhar