Questões na prática

Clínica Médica

Infectologia

Pneumologia

Na pneumonia nosocomial, são fatores de risco para bactérias multi-resistentes, EXCETO:

A
uso prévio de antibiótico nos 90 dias antecedentes à pneumonia.
B
hospitalização por mais de 5 dias.
C
tratamento imunossupressivo.
D
dentes em mau estado de conservação.
E
alta frequência de bactérias multi-resistentes no local específico de aquisição da pneumonia.
Em pacientes clínicos hospitalizados, NÃO é considerado fator de risco para tromboembolismo venoso:
Uma senhora de 65 anos foi submetida, há 20 anos, à correção de hérnia incisional pós-cesárea. Evoluiu com recidiva da hérnia quatro meses após a cirurgia. Refere que o abaulamento da região vem aumentando progressivamente, levando a dificuldade para deambular e evacuar. Tem diabetes controlado com hipoglicemiante oral e lúpus controlado com corticoide. Índice de massa corpórea: 43,5 kg/m². Tem abdome em avental, com abaulamento da região infraumbilical e de flanco esquerdo, medindo 55 cm no sentido transversal, 30 cm no sentido longitudinal e 28 cm de altura. A pele tem hiperemia e lesão ulcerada. Foi submetida à hernioplastia com redução do conteúdo do saco herniário (grande omento, cólon transverso e estômago), sutura borda a borda do anel herniário e dermolipectomia. Foi extubada no primeiro pós-operatório, após gasometria normal, colhida com a doente em ventilação mecânica, com fração inspirada de oxigênio de 30%. No segundo pós-operatório, apresenta frequência cardíaca de 140 bpm e respiratória de 42 ipm. PA = 70 × 40 mmHg. Pressão venosa central: +10 cm de água. Oligúria. Causa mais provável da instabilidade:
Antonio Carlos, 35 anos, tem cirurgia eletiva programada devido à otoesclerose estapediana (estapedectomia). Mãe com diabetes tipo II e pai saudável. Exame físico: peso 91 kg, altura 1,80 m e circunferência abdominal 106 cm. PA 140 x 80 mmHg; PR 90 bpm. Aparelhos cardiovascular e respiratório sem alterações. Hérnia em região inguinocrural à direita, diagnosticada há cerca de 5 anos, assintomática. Exames: hemácias 4.980.000/mm³, Hb 15g/dl, Ht 45,4%, leucócitos 5500/mm³, plaquetas 320.000/mm³, TAP 100%, INR 1,0; glicemia 114 mg/dl, creatinina 1,3 mg/dl, (clearance creat 102 ml/min), ácido úrico 8,3 mg/dl, Na 140 mEq/l, K 4,7 mEq/l; triglicerídeos 160 mg/dl, HDL 35mg/dl, LDL 136 mg/dl; microalbuminúria 100 mg/24h. Níveis elevados de ácido úrico estão associados à obesidade, dislipidemia, hipertensão arterial sistêmica e diabetes. Um estudo, no qual 9.125 trabalhadores foram acompanhados por 23 anos, investigou a associação entre ácido úrico elevado e risco para doença coronariana. Os indivíduos com uricemia mais elevada tiveram risco maior de morrer por doença cardiovascular do que aqueles com ácido úrico mais baixo, sendo o risco relativo = 1,29 e IC 95% 1,05 - 1,58. Em relação ao perfil glicídico, a conduta é:
Um paciente apresenta um quadro de síndrome nefrótica. Na investigação, cursa com consumo do complemento. Qual das etiologias abaixo é a mais provável como causa da doença?
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