Questões na prática

Clínica Médica

Cardiologia

Na prevenção da morte súbita cardíaca pós IAM em paciente com fração de ejeção < 40% você indicaria inicialmente:

A
cardioversor implantável.
B
propafenona.
C
monitorização com Holter.
D
marca-passo cardíaco.
E
desfibrilador implantável.
João, 58 anos, natural de Minas Gerais, hipertenso há 20 anos, chega à Emergência com dor abdominal aguda seguida por distensão e vômitos fecaloides, há 24 horas. História de cirurgia para apendicite aguda há 24 anos e doença diverticular. Exame físico: T ax 36.5°C, PA 90 X 60 mmHg, FC 108 bpm, FR 28irpm. Exames laboratoriais iniciais hematócrito 45%, leucócitos 10.000/mm³, creatinina 1,6mg/dl, ureia 78mg/dl, K 4,9mEq/I, Na 140mEq/I. As alterações hemodinâmicas se devem a:
João evolui com instabilidade hemodinâmica e oligoanúria. A creatinina sérica é 5,8 mg/dl e tem 54000 plaquetas/mm³. A radiografia de tórax mostra infiltrado pulmonar bilateral. Entubado, com saída de sangue vivo pelo tubo e colocado em assistência ventilatória. A seguir, apresenta parada cardíaca e o monitor mostra fibrilação ventricular. Foi iniciado protocolo atual de reanimação cardiorrespiratória. O ritmo cardíaco foi refratário a duas tentativas de desfibrilação. Neste momento a conduta é administrar:
A condição da vesícula biliar geralmente assintomática, caracterizada por ter diagnóstico radiológico, com indicação cirúrgica pela possibilidade de degeneração maligna, é:
Criança do sexo masculino está em acompanhamento, há 6 meses, no ambulatório de pediatria com a queixa de baixa estatura. Apresenta: idade cronológica: 9 anos e 2 meses; estatura 124 cm (percentil 5); peso: 22 Kg (percentil 5); idade óssea: 7 anos; velocidade de crescimento: 5,1 cm/ano; estágio puberal de Tanner: P1G1; estatura alvo para a família no percentil 25. Qual o diagnóstico provável?
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