Questões na prática

Clínica Médica

Pneumologia

Neurologia

Na síndrome de Horner, podemos encontrar:

A
Exoftalmia e ptose palpebral.
B
Ptose palpebral e midríase.
C
Miose e exoftalmia.
D
Ptose palpebral e miose.
Paciente, 36 anos de idade, lavradora, procedente da zona rural, cursa com diarreia há três meses com perda ponderal de 5 kg, além de dor abdominal. Nega história familiar de câncer. Tem dieta rica em frutas e legumes. O quadro se caracteriza por 8 dejeções/dia com fezes amolecidas, sem muco ou sangue visíveis. Traz exame protoparasitológico de fezes, em uma amostra, negativo. Ao exame físico, se apresenta com hipocromia de mucosas ++/4, IMC: 23 kg/cm², abdome sem visceromegalias. Os exames de laboratório evidenciam Hb: 8 g/dl, VHS: 54 mm na 1ª hora, leucograma: 14,3 mil com 76% segmentados. A colonoscopia revelou úlceras de aspecto serpiginoso em ceco e íleo terminal, com mucosa de permeio normal. Um exame de PPD realizado nessa paciente revelou área de induração de 7 mm após 72 horas. Esse dado:
Paciente, 7 anos de idade, procedente da zona rural, é internado com quadro de dor abdominal há 3 dias em cólica de média intensidade, anorexia, tosse e febre diária de baixa intensidade. Ao exame, REG é nutricional, palidez cutaneomucosa. Abdome volumoso, SM visceromegalias, doloroso à palpação. Hemograma com 9400 leucócitos, 58% segm., 1% bast., 10% eosinófilo, anemia microcítica e hipocrômica moderada (Hb: 7,0; Ht: 26%), ausência de células anormais. RX de tórax com infiltrado inflamatório intersticial. O diagnóstico mais provável é:
Paciente sexo masculino, 10 anos de idade, procedente da zona rural. Apresenta queixa de febre, cefaleia e dor abdominal. Na história, destaca-se a ocorrência de um abscesso em couro cabeludo, há 30 dias, associado a febre. Após a ocorrência do fato, o paciente desenvolveu um quadro de persistência da febre e dor importante em HCD. O estado geral piorou, com leucocitose: 20000 com predomínio de polimorfonucleares (bastões: 10%, segmentados: 50%, linfócitos: 25%, eosinófilos: 15%) HT: 36, Hb: 11,6, TGO: 33,5, TGP: 34,7. O estudo, por imagem, de abdome mostrou fígado com dimensões limítrofes, múltiplas hipodensidades, em lobo direito, a maior delas em situação subcapsular, medindo 3,0 cm, em seu maior diâmetro. O diagnóstico mais provável, para o quadro descrito é:
Nara, 16 anos, traz sua filha de 1 mês e 10 dias, Luiza, à Emergência às 6:30h da manhã, com convulsões tonicoclônicas generalizadas que se iniciaram há, aproximadamente, 30 minutos. A criança começou a “se debater” após a última mamada, aproximadamente às 23h do dia anterior e apresentou várias crises semelhantes durante a madrugada. Exame físico: peso 3560 g, FC 136 bpm, FR 48 irpm. Lactente com crise convulsiva tonicoclônica generalizada, acrocianose (++/4+), hipocorada (+/4+), hidratada, anictérica, fontanela anterior plana, normotensa, crânio sem alterações, isocoria e fotorreagência bilateral; ritmo cardíaco regular, boa perfusão capilar periférica, pulmões bem ventilados, roncos esparsos; quatro lesões equimóticas e acastanhadas, arredondadas, em região lombar paravertebral; abdome plano normotenso, fígado a 1 cm do RCD, baço impalpável; genitália compatível com sexo e idade, sem alterações. Luiza nasceu de parto cesáreo por bolsa rota prolongada, APGAR 9/9, PN 2860 g, CN 49 cm e evoluiu sem intercorrências. Nara reside com seu parceiro atual, que não é o pai da criança; tem dúvidas quanto à necessidade de usar complemento ao aleitamento materno porque Luiza chora muito, todos os dias, principalmente nos finais das tardes. Além de aspirar secreção de vias aéreas, no tratamento imediato estão indicados:
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