Questões na prática

Clínica Médica

Pneumologia

Neurologia

Na síndrome de Horner, podemos encontrar:

A
Exoftalmia e ptose palpebral.
B
Ptose palpebral e midríase.
C
Miose e exoftalmia.
D
Ptose palpebral e miose.
A Epistaxe é considerada a emergência mais comum em otorrinolaringologia, ocorrendo pelo menos uma vez em até 60% da população. A maioria desses episódios é de intensidade leve e autolimitada. Sobre a Epistaxe, assinale a afirmativa correta.
Um paciente adulto jovem (19 anos) apresenta lesão de consistência amolecida, com 7 cm de diâmetro, localizada no nível III à esquerda, anterior ao músculo esternocleidomastóideo, indolor à palpação e que, à PAAF, veio com o detalhe de lesão cística com presença de cristais de colesterol. Qual é a principal hipótese diagnóstica?
Leia o caso clínico a seguir. Durante a primeira consulta de puericultura, a mãe de um lactente do sexo masculino, com seis meses de vida, nascido de parto cesariano por história materna de cesáreas prévias, relata ter observado que o bebê apresenta lacrimejamento contínuo no olho direito, acompanhado de conjuntiva avermelhada e "dilatação de pupila". A mãe refere ainda que o lactente apresenta-se irritado durante o dia, acalmando-se durante a noite e em ambientes escuros. À inspeção ocular, observa-se aumento do globo ocular e da trama vascular da conjuntiva, com diferença no tamanho das córneas. Entre as causas congênitas de alterações oculares, a principal hipótese diagnóstica para o caso é:
Mulher de 37 anos, procura a Unidade de Saúde da Família com quadro de febre há quatro dias, não aferida, acompanhada de tosse preferencialmente noturna, cefaléia na região frontal, de moderada intensidade, ao longo de todo o dia e que melhora a noite e secreção nasal esbranquiçada e fluida, bilateralmente. Sem outras queixas. De antecedentes pessoais relatou tabagismo 1 maço/ano. Exame físico: Bom estado geral, FR= 16 irpm, FC= 72 bpm; hiperemia conjuntival bilateral; dor à dígito-pressão de região frontal, bilateralmente. Oroscopia: presença de secreção perolácea em retrofaringe, com hiperemia de pilares amigdalianos bilateralmente. Diante do exposto, a conduta é:
Compartilhar