Questões na prática

Ginecologia e Obstetrícia

Obstetrícia

Gestante de 24 anos, com 32 semanas de gestação é trazida a emergência pelo CBERJ com relato de desmaio e crise nervosa em via pública. Ao exame apresenta-se torporosa, pupilas isocóricas e fotorreagentes. Sem sinais de irritação meníngea. PA: 180x120 mmHg, fundo uterino de 32 cm, metrossístoles ausentes, tônus uterino normal, movimento fetal presente, BCF 137 sem desacelerações. Toque colo fechado. Feito cardiotocografia com laudo de feto ativo. A melhor conduta neste caso é:

A
sulfato de magnésio, monitorização fetal e compensação clínica da gestante.
B
hidralazina venosa e realizar cesariana.
C
sulfato de magnésio e realizar cesariana.
D
diazepan venoso e monitorizar feto.
E
sulfato de magnésio, hidralazina e cesariana.
Todas as alteranativas abaixo mostram vantagens do uso da heparina de baixo peso molecular (HBPM) sobre a heparina padrão fracionada (HNF) na profilaxia do tromboembolismo venoso, EXCETO:
Sr. José, 70 anos, com queixa de síncope, tonturas e confusão mental, procura o médico que ao examiná-lo suspeita de lesão obstrutiva de carótida. Qual é o exame complementar considerado “padrão ouro” para o diagnóstico e planejamento cirúrgico da doença carotídea aterosclerótica?
Paciente feminina, 43anos, obesa, apresentase ao pronto socorro com quadro de dor abdominal de início súbito há 4 dias, localizada em hipocôndrio direito, de forte intensidade, piorando com a ingesta de alimentos gordurosos. Ao exame físico, apresenta frequência cardíaca de 102bpm, freqüência respiratória de 18 mrpm, pressão arterial de 120/80 mmHg, temperatura de 38,5º. C, com calafrios. As mucosas encontram-se úmidas e ictéricas. Ao exame do abdomem, interrompe-se a inspiração por dor durante a palpação profunda do hipocôndrio direito. A paciente traz consigo ecografia abdominal, que demonstra colelitíase, com vários cálculos dentro da vesícula biliar, e dilatação da árvore biliar intra-hepática e do ducto colédoco, com imagem sugestiva de cálculo impactado em sua porção distal. Considerando o caso clínico acima, é correto afirmar:
Atualmente, existem vários sistemas de classificação de hérnias inguinais com o propósito de proporcionar uma linguagem comum para as comunicações entre médicos e permitir comparações apropriadas das opções terapêuticas. Um paciente portador de uma hérnia inguinal indireta, com anel interno dilatado, volumosa e com grande destruição da parede posterior do canal inguinal, de acordo com a classificação de Nyhus, é considerado como tipo:
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