Questões na prática

Ginecologia e Obstetrícia

Obstetrícia

No acompanhamento do trabalho de parto podemos detectar, através do partograma:

A
Parada secundária da dilatação pode ser caracterizada por fase ativa prolongada, dilatação cervical menor que 1 cm por hora, em que a hipocinesia é a causa mais frequente e normalmente não há sofrimento fetal associado.
B
Parada secundária da descida da apresentação fetal que pode ser caracterizada por dois ou mais toques vaginais consecutivos com intervalo de 1 hora, sem modificar a altura da apresentação, independente da dilatação e mesmo com contrações uterinas efetivas.
C
Distócia funcional com parada secundária da descida da apresentação fetal, caracterizada por progressão abertura cervical 1 a 2 cm por hora, após dois ou mais toques consecutivos com intervalos de 2 horas, estando a paciente com padrão contrátil de 1 contração a cada 10 minutos com 25 segundos de duração.
D
Distócia funcional que pode ser caracterizada por fase ativa prolongada, dilatação cervical menor que 1 cm por hora, em que a hipocinesia é a causa mais frequente.
A icterícia fisiológica do recém-nascido a termo aparece:
Adolescente de 12 anos, previamente hígida, é levada ao pronto-socorro com história, há três dias, de febre, tosse e dor no hemitórax direito. Exame físico: febril, taquicárdica, taquipneica, frêmito toracovocal e murmúrio vesicular diminuídos no 1/3 inferior do hemitórax direito. O agente etiológico mais provável é:
É considerado normal o recém-nascido que na escala de Apgar obtenha um escore:
Vítima de queda de moto, um rapaz de 21 anos chega ao pronto socorro consciente, eupneico e hemodinamicamente normal. Os bombeiros contam que no local ele estava desacordado. Agora conversa normalmente, embora não se lembre do que aconteceu. Não tem déficit neurológico focal. Diagnóstico mais provável:
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