Questões na prática

Clínica Médica

Pediatria

Infectologia

Hepatologia

No contexto de profilaxia passiva de hepatite viral a aplicação de imunoglobulina:

A
é efetiva em prevenir infecção pós-exposição a um caso de hepatite B.
B
pode ser efetiva quando aplicada até 14 dias depois da exposição próxima de um caso de hepatite A.
C
não contém níveis de anticorpos antihepatite A suficientes para ser protetora.
D
é inefetiva para prevenir hepatite B, ao contrário da imunoglobulina hiperimune da hepatite B (HBIG) que é extremamente eficaz.
E
está proscrita pelo risco de contaminação pelo vírus da hepatite C.
Maria, 35 anos, gesta III/II, II partos normais, foi trazida pelos vizinhos para maternidade apresentando crises convulsivas tônico-clônicas generalizadas. Ao examinar a paciente você verificou pressão arterial de 180x120 mmHg, edema de membros inferiores, fundo uterino de 36 cm, BCF 120 bpm, colo posterior e fechado. Um vizinho informa que a mesma não faz pré-natal e faz uso irregular de medicação anti-hipertensiva. A conduta adequada para Maria, neste momento, é:
Alberto tem 32 anos e viajava de carro com sua esposa Ana, de 30 anos, e seus dois filhos Mário e Luis de 6 e 4 anos, respectivamente. Os pais ocupavam os assentos dianteiros e os filhos estavam acomodados no banco traseiro. Somente Alberto não usava o cinto de segurança. Durante discussão entre as crianças, Alberto se distraiu e cruzou a pista colidindo de frente com outro automóvel que vinha em sentido contrário e era ocupado por José de 60 anos. Socorridos após 20 minutos pelo Grupamento de Socorro de Emergência, após estabilização foram levados para hospital municipal público da região. Ao dar entrada no pronto-socorro Alberto apresentava dor em região costal anterior direita e dispneia leve com PA = 110 x 75 mmHg e pulso de 132 bpm. Ao exame físico notava-se lesão em abrasão na região de 9o a 11o arcos costais anteriores direitos com pequena depressão da parede torácica e dor à palpação profunda do abdome com defesa voluntária. Ana encontrava-se hipocorada (++/4+), PA 90 x 50 mmHg, pulso de 144 bpm, dor de forte intensidade em cintura pélvica com dificuldade de mobilização dos membros inferiores. As crianças não apresentavam lesões ao exame físico e José faleceu imediatamente após dar entrada no PS apesar de todas as manobras de manutenção da vida. Após realizarmos RX de tórax e abdome e US abdominal em Alberto, constatou-se fratura de 10o e 11o arcos costais direito, nível líquido compreendendo 1/3 do espaço pleural direito e não foram identificadas lesões abdominais nos exames realizados. Ao realizar radiografia panorâmica de bacia em Ana, identificou-se fratura da porção central, sem desvio e com presença de espículas ósseas. Ana não apresenta risco para lesão de:
Na doença do refluxo gastroesofágico, nós sabemos que o esfíncter esofagiano inferior (EEI) desempenha papel fundamental no que diz respeito à fisiologia normal da junção esofagogástrica. Dentre as opções abaixo, qual a que NÃO representa uma condição que altera o bom funcionamento deste esfíncter?
Homem de 64 anos com história de síncopes de repetição. Usa amiodarona há 5 anos para "problema no coração". O exame físico é normal, não há déficits motores e um ECG realizado, na ocasião, não demonstra alterações. Qual a avaliação complementar inicial recomendada?
Compartilhar