Questões na prática

Clínica Médica

Pediatria

Infectologia

Hepatologia

No contexto de profilaxia passiva de hepatite viral a aplicação de imunoglobulina:

A
é efetiva em prevenir infecção pós-exposição a um caso de hepatite B.
B
pode ser efetiva quando aplicada até 14 dias depois da exposição próxima de um caso de hepatite A.
C
não contém níveis de anticorpos antihepatite A suficientes para ser protetora.
D
é inefetiva para prevenir hepatite B, ao contrário da imunoglobulina hiperimune da hepatite B (HBIG) que é extremamente eficaz.
E
está proscrita pelo risco de contaminação pelo vírus da hepatite C.
Em um material purulento cuja bacterioscopia revela bacilos Gram-positivos, pensa-se em:
Paciente do sexo feminino, 26 anos, portadora de hemorroidas grau II. O tratamento mais indicado é:
Mulher de 45 anos, peso 80 kg, altura 1,60m, durante realização de exames de rotina apresentou glicemia de jejum = 205 mg/dL. Procurou um clínico geral que recomendou uma educação alimentar compatível com presença de diabetes mellitus e realização de caminhadas de 40 minutos 3x/semana. Após 60 dias a paciente perdeu 6 kg, mas ainda apresentava glicose de jejum alterada (novo exame = 180 mg/dL). Baseado nestes dados e segundo as diretrizes para tratamento de diabetes mellitus, qual a opção terapêutica mais adequada para esta paciente?
O diagnóstico de acalasia é dado por:
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