Questões na prática

Cirurgia

Cirurgia do Trauma

No paciente politraumatizado, que ao ser atendido no serviço de emergência apresenta trauma torácico com escoriações e equimoses extensas no HTE, evidência de fraturas de arcos costais ao exame e ausência de MV neste lado, cianose, sudorese, palidez e dispneia intensa, qual a conduta apropriada?

A
Iniciar reposição volêmica, oxigenoterapia e comprimir agressivamente o HTE, para evitar a instabilidade torácica.
B
Iniciar reposição volêmica, oxigenoterapia e providenciar a drenagem torácica imediatamente.
C
Iniciar reposição volêmica, realizar radiografia de tórax e fazer analgesia com opioide.
D
Realizar entubação orotraqueal e tomografia de tórax.
E
Realizar entubação orotraqueal e radiografia de tórax.
Em casos de epistaxe persistente pode ser necessário que o médico da Atenção Básica realize o tamponamento nasal posterior. Sobre a técnica deste procedimento com gaze, é CORRETO afirmar que:
Paciente do sexo masculino, 55 anos, com diagnóstico de nefrolitíase, apresenta quadro de febre alta, calafrios, dor lombar, disúria, aumento de frequência urinária, urgência miccional e dor supra púbica há 3 dias. Apresenta-se ao exame clínico hemodinamicamente estável. O diagnóstico para esse quadro clínico é:
(TESTE DE PROGRESSO 2015 – Napisul II) São exemplos de abdome agudo no recém-nascido, cuja conduta é sempre cirúrgica de emergência:
Paciente comparece à Unidade de Saúde da Família com raio x mostrando congestão do seio maxilar direito. A respeito das rinossinusites podemos afirmar:
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