Questões na prática

Cirurgia

Cirurgia do Trauma

No paciente politraumatizado, que ao ser atendido no serviço de emergência apresenta trauma torácico com escoriações e equimoses extensas no HTE, evidência de fraturas de arcos costais ao exame e ausência de MV neste lado, cianose, sudorese, palidez e dispneia intensa, qual a conduta apropriada?

A
Iniciar reposição volêmica, oxigenoterapia e comprimir agressivamente o HTE, para evitar a instabilidade torácica.
B
Iniciar reposição volêmica, oxigenoterapia e providenciar a drenagem torácica imediatamente.
C
Iniciar reposição volêmica, realizar radiografia de tórax e fazer analgesia com opioide.
D
Realizar entubação orotraqueal e tomografia de tórax.
E
Realizar entubação orotraqueal e radiografia de tórax.
Adolescente de 15 anos de idade cursa com febre baixa, exantema maculopapuloso que se iniciou na face, no couro cabeludo e pescoço, espalhando-se, posteriormente, para todo o corpo e linfonodomegalia retroauricular e cervical. O diagnóstico é de:
Em pacientes portadores de HIV e que apresentam síndrome nefrótica, a lesão mais frequentemente encontrada, à microscopia de luz, é:
Nesta questão é apresentado um quadro clínico hipotético, seguido de uma assertiva a ser julgada. Uma paciente de 5 anos de idade deu entrada no pronto-socorro. A mãe referiu que a filha apresenta emagrecimento nos últimos dois meses, poliúria, polidipsia e polifagia. Hoje, teve queda do estado geral, com sonolência excessiva. No exame físico, a paciente encontrava-se magra, desidratada ++/4 e com respiração acidótica (Kussmaul). Os exames laboratoriais apresentam glicemia de 512 mg/dL, acidose metabólica (pH 7,2 e bicarbonato - 12 mEq/L), cetonúria positiva (+++) e potássio de 4,5 mEq/L. A principal suspeita diagnóstica foi de diabetes melito, e os quadros clínico e laboratorial foram compatíveis com cetoacidose diabética. Nessa situação, a terapêutica mais indicada é hidratação rápida, insulinoterapia em doses baixas e oferta precoce de potássio.
Estima-se que 14 milhões de crianças no mundo sejam cegas. As principais causas evitáveis de perda visual na infância são:
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