Questões na prática

Clínica Médica

Infectologia

No quadro clínico da leptospirose, podemos afirmar que:

A
Em sua maioria, a evolução é grave
B
Esplenomegalia é frequente
C
Hiperpotassemia é uma característica laboratorial
D
Na forma anictérica, é frequente o acometimento do Sistema Nervoso
E
O início da doença é caracteristicamente gradual e arrastado
No controle de pacientes diabéticos busca-se atingir níveis de hemoglobina glicada entre 6,0 e 7,0%. No entanto é importante conhecer as situações que geram erros de interpretação deste exame, tais como:
Paciente com diagnóstico de Lúpus eritematoso sistêmico, na 29ª semana de gestação ao realizar ecocardiografia fetal, recebe o diagnóstico de bloqueio atrioventricular fetal. Os anticorpos geralmente associados a essa complicação são os mesmos associados a:
Um homem de 47 anos, com história de alcoolismo importante, procura cuidados médicos com relato de fadiga, fraqueza generalizada, palpitações e dispneia aos médios esforços. Não apresenta sinais de comprometimento hepático. Dentre os exames complementares, chamava atenção uma hemoglobina de 8,8 g/dl (VN 13,5-17,5 g/dl), reticulócitos de 0,9% (VN - 0,5 a 1,5%), volume corpuscular médio (VCM) de 103 fL (VN 81-99 fL). O mecanismo mais provável da anemia é:
Paciente de 70 anos, portador de litíase biliar, apresenta dor abdominal, febre e icterícia. Ao exame, encontrava-se confuso e hipotenso. Os exames bioquímicos revelaram leucocitose com desvio à esquerda, elevação de bilirrubinas, fosfatase alcalina, gama-glutamiltranferase e de transaminases. O ultrassom demonstrou dilatação de vias biliares intra e extra-hepáticas. A melhor opção terapêutica neste caso é:
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