Questões na prática

Clínica Médica

Ginecologia e Obstetrícia

Ginecologia

Nulípara de 54 anos, hipertensa, com menopausa há 4 anos, veio à consulta para revisão ginecológica. Negava sangramentos vaginais, fogachos ou outros sintomas climatéricos, queixando-se apenas de desconforto e aumento do volume abdominal. Ao exame, o abdome estava moderadamente distendido, com discreta dor à palpação da fossa ilíaca direita. Ao toque vaginal, constataram-se útero pequeno e móvel, anexo esquerdo não palpável e anexo direito palpável e com discreto aumento de volume. A ultrassonografia pélvica evidenciou lesão cística de superfície irregular no ovário direito com septações na cápsula interna, medindo 2,5 x 3,0 cm, com baixo índice de resistência ao estudo Doppler, e presença de moderada quantidade de líquido livre. Que tumor ovariano mais provavelmente será encontrado?

A
Adenocarcinoma.
B
Teratorna de ovário maduro.
C
Disgerminoma.
D
Coriocarcinoma.
E
Fibroma.
Um paciente portador de anemia falciforme é internado com febre, taquipneia, dor torácica intensa e radiografia de tórax com infiltrado heterogêneo. Evolui, 24 horas depois, com piora do quadro clínico e hipoxemia severa. Qual o provável diagnóstico e qual a conduta mais adequada, nesse caso?
Um paciente do sexo masculino, 25 anos, comparece ao ambulatório com queixa de dor lombar, bilateral, com irradiação para raiz das coxas, de início há quatro meses. Refere que acorda durante a noite pela dor e, quando caminha, a dor melhora. Qual a principal hipótese diagnóstica para esse caso?
Uma paciente de 30 anos apresenta descarga mamilar unilateral e uniductal. Teve seu último parto há três anos e está em uso de DIU (dispositivo intrauterino). Ausência de lesão palpável. Foi realizada coleta de secreção por compressão e confeccionados esfregaços citopatológicos para avaliação diagnóstica. Os esfregaços mostravam grande número de células espumosas (foamy cells), ausência de hemácias e poucas células ductais isoladas ou em pequenos agrupamentos e algumas células bipolares (mioepiteliais), com boa coesão, núcleos uniformes e sem atipias. Nesse caso, qual o diagnóstico mais provável?
Em doente politraumatizado, com fratura de face, não deve ser considerado como prioridade:
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