Questões na prática

Pediatria

Pediatria Geral

O achado de retinocoroidite, hidrocefalia, calcificações intracranianas grosseiras a par de convulsões em recém-nascidos constituem a clássica tétrade de Sabin e caracteriza infecção congênita grave em quadro de:

A
rubéola.
B
sífilis.
C
toxoplasmose.
D
citomegalovirose.
E
infecção por herpes simples.
Paciente com quadro de hemorragia digestiva alta é submetido à endoscopia digestiva alta que evidencia: lesão ulcerada, sem bordas elevadas, fundo recoberto por fibrina sem vasos visíveis e sem sangramento no momento da endoscopia. Podemos classificar esta endoscopia, segundo a classificação de Forrest, como:
MJM tem 65 anos e trabalhou por 30 como tecelã em uma empresa de sua cidade natal, no interior de Minas Gerais. MJM relatou tomar conta de 20 teares. O ambiente era quente, úmido (era aspergido vapor de água no ambiente para evitar ruptura dos fios) e bastante ruidoso. A paciente queixa-se de perda da audição e principalmente de zumbidos em ambos os ouvidos (como se fosse uma cachoeira), o que no momento, constitui o sintoma que mais a incomoda. A audiometria tonal revelou Perda de Audição neurossensorial com predomínio das perdas nas frequências elevadas (entre 3000 e 6000 Hz), padrão sugestivo de PAIR - Perda de Audição Induzida pelo Ruído. Com relação aos zumbidos que acompanham o quadro, podemos afirmar, EXCETO:
Você entra em uma quarto para obter a impressão inicial de um menino de 10 anos anteriormente estável e o encontra não responsivo a nenhum estímulo e apneico. Você grita para alguém trazer o carrinho da parada, tenta palpar o pulso e como não consegue inicia a massagem cardíaca e ao chegar a enfermeira com o desfibrilador, o paciente é monitorizado e realizada ventilação usando bolsa-máscara com reservatório. O monitor indica taquicardia de complexo largo. Assim que o desfibrilador chega, você aplica um choque não sincronizado de 2J/kg. A verificação do ritmo após 2 minutos de RCP revela fibrilação ventricular. Então, você aplica um segundo choque de 4J/kg e retoma a RCP imediatamente, começando pelas compressões. Um membro da equipe já havia estabelecido acesso intraósseo, então você dá uma dose de adrenalina, 0,01 mg/kg (0,1 mL/kg com diluição 1:10.000) e a RCP é reiniciada depois de segundo choque. Na verificação de ritmo seguinte, a fibrilação ventricular persiste. Você administra um choque de 4 J/kg e reinicia a RCP. Com base no Algoritmo de Parada Cardíaca Pediátrica, qual a próxima droga e dosagem a ser administradas quando a RCP é reiniciada.
Qual das situações abaixo é considerada complicação imediata de tireoidectomia?
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