Questões na prática

Pediatria

Neonatologia

O bebê de Elis, Ícaro, nasceu há 8 dias, a termo, com peso adequado à idade gestacional. Está em aleitamento exclusivo. Elis está preocupada pois não evacua há 3 dias e está com bolinhas vermelhas no rosto, brotoeja. Ao exame clínico, as alterações são as referidas pápulas vermelhadas no rosto, fimose e presença do colo umbilical. Já fez o teste do Pezinho, mas ainda não foi vacinado. Sua conduta é:

A
Orientar a mãe que deve ser uma constipação funcional e prescreve um laxante.
B
Explica que Ícaro apresenta miliária rubra e orienta sobre o calor. Indica usar amido de milho tópico.
C
Suspeita de infecção secundária no colo umbilical já que este ainda não caiu e encaminha à emergência.
D
Orienta que a fimose é comum ao nascer e que, caso não desapareça até os 6 meses, está indicada cirurgia para correção.
E
Pedir à mãe para aguardar a melhora da miliária rubra e, então, vacinar contra hepatite B e poliomelite.
A sífilis congênita ocorre quando a mãe infectada passa a doença para o bebê através da placenta. As consequências da sífilis no bebê podem variar conforme a gravidade da doença da mãe. Todos os sinais e sintomas da sífilis congênita precoce são possíveis:
Lactente 12 meses, sexo masculino, retorna ao ambulatório para reavaliação após introdução de ácido valpróico em dose mínima, devido a eventos paroxísticos caracterizados por mioclonias segmentares sem perda de consciência, numa frequência de 3 crises/semana. Apresenta desenvolvimento neurológico adequado para idade e seu exame neurológico é normal. Pai é portador de epilepsia. O videoeletroencefalograma mostra poliespícula-onda difusa e bilateral (durante os eventos clínicos já descritos) e a ressonância magnética de crânio é normal. O provável diagnóstico é:
O tratamento do choque consiste em restabelecer o balanço entre oferta e consumo de oxigênio. Deve-se garantir oxigenação e ventilação adequadas a todos os pacientes e infundir volume de forma agressiva. Se na fase de expansão volumétrica o paciente apresentar estertoração pulmonar, hepatomegalia e piora da taquicardia, o tipo de choque a se pensar é:
João Pedro, 17 anos, estava jogando futebol e teve um trauma na região distal da coxa direita, evoluindo com dor, mas sem prejuízo da marcha. Após uma semana, queixou-se de aumento de volume da coxa e dor que foi piorando progressivamente, sem sinais de aumento de temperatura local. Houve discreta melhora dos sintomas com a utilização de AINEs, mas não houve diminuição do volume. A amplitude de movimento do quadril e do joelho estava normal. O exame de radiografia mostrou a presença de uma reação periosteal e neoformação óssea com adensamento do osso do canal medular e cortical. Com base no caso clínico, as principais hipóteses diagnósticas são:
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