Questões na prática

Clínica Médica

Gastroenterologia

Cardiologia

O espasmo esofageano difuso e os distúrbios motores esofágicos são clinicamente indistinguíveis. Ambos manifestam-se por dor torácica e disfagia e o diagnóstico diferencial com outras entidades deverá priorizar:

A
Cardiopatia isquêmica.
B
Tumor no mediastino.
C
Pneumotórax.
D
Derrame pericárdico.
Paciente com 25 anos de idade, vítima de acidente automobilístico há 20 minutos, deu entrada no pronto-socorro com PA = 80 x 60 mmHg, FC = 120 bpm e taquipneia. No atendimento inicial, identificaram-se sinais de pneumotórax à esquerda. O tórax foi drenado e conectado a um sistema de selo d’água, apresentando borbulhamento contínuo. Após infusão de 2.000 ml de cristaloide, o quadro hemodinâmico mantém-se inalterado, e o paciente continua com sinais de pneumotórax à esquerda. A revisão da drenagem torácica mostra que estava adequada e a radiografia simples revela colabamento completo do pulmão esquerdo com pneumotórax maciço. O provável diagnóstico é:
Homem, 45 anos, tabagista 1 maço/dia desde 18 anos, dislipidêmico em uso irregular de sinvastatina, foi admitido, após desentendimento familiar, com quadro de desconforto torácico médio-esternal sem irradiação, acompanhado de leve sudorese fria. Como a dor persistiu nos próximos 10 minutos, foi levado ao pronto atendimento. Seu exame físico era normal, bem como seu ECG, realizado 15 minutos após o início da dor. Encaminhado para sala de dor torácica, foram tomadas medidas iniciais, como Morfina, Nitrato, AAS, Clopidogrel e Oxigênio, com melhora significativa da dor. Que diagnóstico seria o mais adequado, caso um novo ECG e dosagens de marcadores cardíacos fossem normais?
Em relação às artrites bacterianas, é correto afirmar:
Em menina de dois anos com queixa de dor em membro inferior direito, foi realizada radiografia que evidenciou alterações no periósteo da tíbia. Dentre as hipóteses diagnósticas a seguir, o médico DESCARTARIA, pela presença desse achado:
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