Questões na prática

Clínica Médica

Gastroenterologia

O papel da linfadenectomia estendida para o câncer de estômago ainda é controverso. De acordo com a classificação do agrupamento de linfonodos regionais pela localização do tumor primário, qual estação NÃO pode ser classificada como dissecção D2?

A
Artéria gástrica esquerda.
B
Pequena curvatura.
C
Paracárdicco direito.
D
Hepatoduodenal posterior.
E
Tronco celíaco.
Paciente com 28 anos queixa-se de náuseas, vômitos, fraqueza e mialgia que iniciaram há 10 dias, com febre até 39ºC aferida. Há 2 dias, passou a apresentar icterícia, colúria e acolia e queixa de dor no hipocôndrio direito, contínua, com sensação de peso. Nega uso de álcool de forma abusiva, informação confirmada pela esposa presente à consulta. Nega uso de medicações, chás ou ervas, com exceção do uso recente de paracetamol 1 g/24h para dor e febre. Ao exame físico, apresenta icterícia intensa, dor à palpação de hipocôndrio direito e hepatimetria de 16 cm. Os exames complementares demonstram: ALT: 2.352 UI/ml; AST: 1.839 UI/ml; BT: 24 mg/dl; BD: 19,7 mg/dl; RNI: 1,2. Sorologias demonstram HBsAG positivo; anti-HBc IgM positivo; HBeAG positivo; anti-HBe negativo; anti-HBs negativo; anti-HAV total positivo; anti-HCV negativo; FAN negativo; anticorpo antimúsculo liso 1:80. Qual o diagnóstico desta situação clínica?
Você atende uma gestante cujo filho mais novo foi diagnosticado como tendo varicela. Ela nega que tenha tido a doença quando criança, vacinação anterior ou contato com alguém doente anteriormente. Qual conduta de vigilância epidemiológica indicada neste caso?
Paciente submetida à colecistectomia videolaparoscópica, na qual houve perfuração acidental da vesícula e extravasamento de bile na cavidade. A cavidade foi lavada com soro fisiológico. No pós-operatório, queixa-se de dor de forte intensidade no ombro direito. A causa mais provável da dor é:
Lactente de 20 meses é levada ao pronto-socorro logo após um episódio de cianose generalizada e atividade clônica dos quatro membros. A mãe relata que este é o sexto episódio em duas semanas, todos os quais ocorreram na ausência de febre, sempre após ter sido censurada por alguma travessura. Cada episódio dura cerca de 30s, e a criança permanece irresponsiva, com os olhos fechados, sem liberação esfincteriana. Não há história familiar de epilepsia. O desenvolvimento da paciente é adequado e o seu exame físico normal. Neste caso, deve-se adotar como conduta:
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