Questões na prática

Clínica Médica

Pneumologia

O tromboembolismo pulmonar (TEP) agudo é situação clínica comum associada à alta morbidade e mortalidade, quando o tratamento não é instituído de forma adequada. Como a sua apresentação clínica é variável, estima-se que 50% dos casos de TEP agudo não são diagnosticados; portanto, é fundamental identificar os doentes em risco, seguir investigação diagnóstica e iniciar o tratamento recomendado. Dado esse contexto, assinale a alternativa INCORRETA:

A
Os sintomas mais comuns são a dispneia e a dor torácica. A repercussão clínica dependerá da extensão da obstrução vascular.
B
O dímero-D tem baixa sensibilidade, porém alta especificidade para seu diagnóstico.
C
Cirurgia abdominal e pélvica, pós-operatório em UTI, puerpério, varizes, TEP prévio comprovado são alguns dos fatores de risco maiores.
D
A angiotomografia de tórax (angioTC) permite visualizar os trombos centrais e periféricos, bem como revelar alterações do parênquima pulmonar, mediastinais ou pleurais que possam justificar o quadro clínico, além de não ser invasiva.
E
O uso de trombolíticos ainda é questionável. Atualmente é indicado no TEP maciço com instabilidade hemodinâmica.
Paciente, com 25 anos de idade, nuligesta, com tumor macroscópico de colo uterino de aproximadamente 4cm de diâmetro. À colposcopia, não foi evidenciada invasão de fórnices vaginais e, ao toque retal, paramétrios são livres. Foi realizada ressonância magnética da pelve que excluiu a possibilidade de invasão vesical e retal, mas evidenciou nítida invasão parametrial bilateral proximal, sem comprometimento da vias urinarias. A melhor conduta a ser adotada é:
Em relação ao tratamento da pré-eclâmpsia grave e/ou eclâmpsia, podemos afirmar que:
Um quadro convulsivo é, em princípio prope­dêutico:
Com relação a gastrina, podemos afirmar, exceto:
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