Questões na prática

Clínica Médica

Cardiologia

O uso de desfibrilador externo automático, DEA, tem sido preconizado como elemento fundamental dos cuidados referentes ao suporte básico de vida, na parada cardiorrespiratória, PCR. Esse uso encontra respaldo na seguinte assertiva:

A
o DEA aplica choques que revertem precocemente a assistolia.
B
o uso de DEA pode ser feito mesmo por pessoal não treinado.
C
o acesso ao DEA, até o quinto minuto, modifica o prognóstico da PCR.
D
após uso eficaz do DEA, as manobras de compressão torácica/ventilação são dispensáveis.
E
o DEA é mais barato que as outras medidas de reanimação.
Mulher, 49 anos, branca, sexo feminino, foi submetida à tireoidectomia subtotal por doença de Graves no primeiro dia de pós-operatório, começou a sentir parestesia perioral. Qual a provável complicação?
Paciente negro, 45 anos, internado no HCTCO há 25 dias, com quadro de empiema pleural, BAAR negativo em três amostras, biópsia pleural inespecífica, apresentando ao raio- X: dreno tórax bem posicionado, nível hidroaéreo, espessamento pleural e cavidade empiemática com mais ou menos 350 ml. Qual a melhor conduta?
Paciente 18 anos, vítima de capotagem, deu entrada na emergência em prancha e com colar cervical, PA: 120/80mmHg, FO: 88bpm, confuso, com abertura ocular a dor, localizando estímulos dolorosos. Qual seu escore na escala de coma de Glasgow?
A cricotireoidostomia - acesso de via respiratória de emergência, está contraindicada em:
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