Questões na prática

Clínica Médica

Cardiologia

O uso de desfibrilador externo automático, DEA, tem sido preconizado como elemento fundamental dos cuidados referentes ao suporte básico de vida, na parada cardiorrespiratória, PCR. Esse uso encontra respaldo na seguinte assertiva:

A
o DEA aplica choques que revertem precocemente a assistolia.
B
o uso de DEA pode ser feito mesmo por pessoal não treinado.
C
o acesso ao DEA, até o quinto minuto, modifica o prognóstico da PCR.
D
após uso eficaz do DEA, as manobras de compressão torácica/ventilação são dispensáveis.
E
o DEA é mais barato que as outras medidas de reanimação.
A icterícia fisiológica do recém-nascido a termo aparece:
Um homem de 52 anos de idade recorreu ao pronto-socorro de um hospital geral, queixando-se de intensa dor epigástrica com irradiação para região dorsal e vômitos que tiveram início cerca de 10 horas após o almoço. A avaliação clínica mostrou frequência cardíaca de 112 bpm, pressão arterial de 110 mmHg x 75 mmHg. Os exames cardiovasculares e respiratórios não apresentam alterações. O exame do abdome mostrou ruídos hidroaéreos normais, moderada dor na região epigástrica, ausência de hepatoesplenomegalia, ausência dos sinais de Cullen de Blumberg de Jobert de Giordano e de Torres Homem. A avaliação laboratorial mostrou 16.500 leucocitos/mm³, hematócrito de 48% no hemograma, amilase sérica - 1.520 unidades por litro (U/L) - valores de referência: 20-125 U/L - lipase sérica = 2.800 U/L (valores de referência: 20-125 U/L), transaminase pirúvica = 180 U/L (valores de referência: 10-40 U/L), cálcio sérico, albumina, trigliceridios, eletrólitos, ureia e creatinina dentro da normalidade. O eletrocardiograma convencional mostrou apenas taquicardia sinusal. No quadro clínico descrito no texto, a ausência de peritonite pode ser clinicamente inferida, pois não está presente o sinal de:
Em relação ao uso de antibióticos em cirurgia, são apresentadas as situações clínicas abaixo: I. Apendicite aguda flegmonosa. II. Perfuração traumática de cólon com 2h de evolução. III. Colecistite aguda em paciente jovem previamente hígido. Qual das situações NÃO requer antibioticoterapia após a realização de cirurgia adequada?
A anomalia cardíaca mais frequente em recém-nascidos que apresentam a Síndrome Alcoólica Fetal é:
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