Questões na prática

Clínica Médica

Cardiologia

Paciente, 18 anos de idade, apresenta em avaliação médica de rotina TA: 160 x 110mmHg. Tem história familiar de hipertensão arterial. Ritmo urinário sem alterações, com urina de aspecto normal. Ao exame, apresenta-se sem outras alterações à exceção de esmagamento nos cruzamentos artério-venosos na retina e imagem em “chama de vela” na oftalmoscopia. Não há diferença pressórica entre os membros. Quanto ao tratamento desse paciente, a meta deve ser:

A
internação imediata e redução da TA em 25% nas primeiras 6 horas
B
retorno com uma semana para reavaliação da TA
C
indicação de mudanças alimentares e de estilo de visa, com reavaliação em 3 meses
D
internação para observação e estudo, redução da TA em 24 horas
E
redução da TA com medicação oral, com reavaliação em 1 semana
Carla tem 13 anos e chega ao ginecologista acompanhada de sua mãe, Eduarda, devido à irregularidade menstrual. Informa a menarca aos 11 anos permanecendo em seguida, 5 meses sem menstruar. Atualmente seus ciclos variam entre 21 e 45 dias, com duração entre 3 e 10 dias. O seu exame físico é compatível com a idade e os exames hematimétricos encontram-se normais. O diagnóstico mais provável de Carla é:
Daniela tem 24 anos e procura ambulatório com dor torácica, em aperto, que piora com esforço e dura cerca de 15 minutos. Refere perda do pai, aos 60 anos de idade, por infarto agudo do miocárdio, há poucos meses. Você registra no prontuário o diagnóstico e sua proposta terapêutica como: “Paciente:
Maria José tem 78 anos e é levada, por seu filho, à emergência por apresentar subitamente tonteira rotatória precipitada pelo giro da cabeça. Maria José refere início com mudança de posição na cama e ao calçar a sandália. Maria José diz que a tonteira “é muito forte e passa num instante”. Perguntada, não refere perda auditiva. Na emergência a hipótese diagnóstica inicial é de:
Joana procurou atendimento ambulatorial por estar emagrecendo há 3 meses. Durante a anamnese você identifica também dor abdominal na região hipogástrica, alteração no calibre e presença de sangue nas fezes. Joana é alcoolista e tabagista. A colonoscopia realizada identificou tumor maligno no cólon sigmoide. Joana teve indicação cirúrgica. Durante o procedimento de laparotomia foi evidenciado hemoperitôneo com laceração de alças intestinais e necrose. Uma das hipóteses da equipe cirúrgica foi obstrução em alça fechada. Durante o inventário da cavidade abdominal o fígado demonstrou-se nodular, sugestivo de cirrose. A neoplasia maligna hepática de maior risco para Joana é:
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