Questões na prática

Cirurgia

Cirurgia do Trauma

Paciente 18 anos, vítima de capotagem, deu entrada na emergência em prancha e com colar cervical, PA: 120/80mmHg, FO: 88bpm, confuso, com abertura ocular a dor, localizando estímulos dolorosos. Qual seu escore na escala de coma de Glasgow?

A
9.
B
10.
C
11.
D
8.
E
12.
Pré-escolar faz referência à presença de "caroço" no pescoço. Ao exame físico, foi evidenciada tumoração fibroelástica de consistência cística localizada na linha cervical média e móvel à deglutição. A principal hipótese diagnóstica, o exame que pode auxiliar no diagnóstico e o tratamento adequado, respectivamente, são:
Recém-nascido a termo com peso adequado para idade gestacional, nascido de parto normal, Apgar 09/10, sexo masculino, ao primeiro exame identificado características de síndrome de Turner. Em alojamento conjunto, com 24 horas de vida, evoluiu com dificuldade nas mamadas, cansaço, taquipneia, sudorese, taquicardia e hepatomegalia. Raio X de tórax mostra aumento da área cardíaca e congestão pulmonar. A cardiopatia congênita que deve ser associada a síndrome de Turner é:
Criança, 4 anos, feminina, atendida no PA com relato de ter apresentado crise convulsiva tônico-clônica generalizada de curta duração, acompanhada de febre elevada sem passado mórbido anterior e com bom estado geral. A conduta mais adequada frente ao caso é:
Lactente de cinco meses iniciou quadro de cianose de mucosas labial, bucal, e de leitos ungueais de mãos e pés, que se exacerba com o choro e, às vezes, com a mamada. Exame físico: eutrófica; eupneica; precórdio calmo; sopro rude em borda esternal esquerda. Radiografia de tórax: ausência de infiltrado pulmonar; hipofluxo pulmonar; área cardíaca de tamanho normal; arco médio escavado. A hipótese diagnóstica mais provável é.
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