Questões na prática

Ginecologia e Obstetrícia

Obstetrícia

Ginecologia

Paciente, 20 anos de idade, G1P0A0, dá entrada em serviço de emergência, com atraso menstrual de 15 dias, referindo dor em baixo ventre e sangramento por via vaginal há dois dias. Nega passado de DST. Ao exame, TA: 120 X 60 mmHg, PR: 70 bpm, temperatura de 36,8°C. Abdome plano, flácido e não doloroso à palpação. Ao toque, útero discretamente aumentado de volume, não doloroso. Não foram palpadas massas anexiais. Beta-HCG: 700 mUI/ml (terceiro padrão internacional). USG revela útero vazio e tumoração heterogênea de 1,5 cm, em região anexial esquerda. São fatores de risco para gravidez ectópica, exceto:

A
infertilidade
B
infecção anterior por clamídia
C
uso de pílula contraceptiva combinada
D
laqueadura tubária
E
gestação ectópica anterior
Na doença celíaca, o padrão ouro para seu diagnóstico é a biópsia intestinal que demonstra atrofia vilositária da mucosa jejuno-ileal, limitando a absorção de nutrientes. Na orientação nutricional específica, preconiza-se:
Pais de um lactente de 2 meses procuram o serviço médico, afirmando que a criança apresenta quadro de vômitos repetidos pós-alimentares há 1 mês, negando febre ou outros sintomas. Ao exame físico, o lactente encontra-se hipoativo, com desidratação moderada e é possível perceber pequena tumoração à palpação abdominal do epigástrio. Diante desse quadro, a hipótese mais provável para o diagnóstico, o exame complementar mais adequado e o tratamento são, respectivamente:
Em 2007, o país vivenciou duas situações epidêmicas: a Febre Amarela, na região Centro Oeste, e a Dengue, na cidade do Rio de Janeiro. O Boletim Epidemiológico da Secretaria de Vigilância em Saúde, de abril de 2008, apresentava os seguintes dados sobre as duas doenças, relativos ao período de janeiro a março de 2008: Febre Amarela: 70 casos suspeitos notificados, 40 confirmados, entre os quais, 21 óbitos. Ocorrência em áreas silvestres da região Centro-Oeste (38) e Paraná (02). Dengue: 120.413 casos de dengue clássica notificados e 647 casos de dengue hemorrágica, com 48 óbitos. Casos distribuídos nacionalmente, com altas taxas de incidência nos Estados do Mato Grosso do Sul, Pará e Rio de Janeiro. Sobre esses eventos, é correto afirmar:
Considerando pacientes vítimas de queimaduras, pode-se afirmar que:
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