Questões na prática

Clínica Médica

Gastroenterologia

Paciente, 36 anos de idade, lavradora, procedente da zona rural, cursa com diarreia há três meses com perda ponderal de 5 kg, além de dor abdominal. Nega história familiar de câncer. Tem dieta rica em frutas e legumes. O quadro se caracteriza por 8 dejeções/dia com fezes amolecidas, sem muco ou sangue visíveis. Traz exame protoparasitológico de fezes, em uma amostra, negativo. Ao exame físico, se apresenta com hipocromia de mucosas ++/4, IMC: 23 kg/cm², abdome sem visceromegalias. Os exames de laboratório evidenciam Hb: 8 g/dl, VHS: 54 mm na 1ª hora, leucograma: 14,3 mil com 76% segmentados. A colonoscopia revelou úlceras de aspecto serpiginoso em ceco e íleo terminal, com mucosa de permeio normal. O tratamento mais adequado é:

A
corticoterapia sistêmica
B
metronidazol e albendazol
C
sulfassalazina oral
D
azatioprina oral
E
sulfassalazina retal
Assinale a alternativa que responde CORRETAMENTE à pergunta a seguir. Paciente do sexo masculino, 55 anos de idade, portador de hipertensão arterial (enalapril 10 mg/dia), diabetes melito (glimepirida 2 mg/dia) e transtorno bipolar (lítio 300 mg/dia e imipramina 100 mg/dia), é trazido por familiares à emergência hospitalar devido a agitação, alucinações, tremores, rubor, mioclonias e taquipneia. Qual o diagnóstico mais provável?
Homem de 65 anos, diabético tipo I, apresenta história de piora da lombalgia que vem tendo há 06 meses. A dor se inicia ao deambular, com irradiação para ambas as pernas e nádegas, exacerbada também durante a ortostase prolongada. Relata que a dor é aliviada quando sentado ou inclinando a coluna para frente. Sinal de Lasègue negativo. Baseando-se nesse conjunto de dados, o diagnóstico mais provável e o exame subsidiário recomendado para investigação diagnóstica são:
Um paciente masculino de 54 anos, comparece ao ambulatório apresentando nódulo em topografia de parótida esquerda. Ao exame trata-se de um nódulo sólido à palpação, medindo aproximadamente 2,5 cm, móvel e elástico. Não apresenta déficit motor facial. Também já havia realizado alguns exames complementares: - Ultrassonografia: Nódulo sólido, algo heterogênio, bem delimitado, na topografia da glândula parótida esquerda. - PAAF: amostra paucicelular, inapropriada para análise. - Cintilografia com tecnésio: Imagem nodular, captante do radioisótopo, na topografia da glândula parótida esquerda. Com base nesses dados, o diagnóstico mais provável é:
A cardiopatia congênita mais frequente é a:
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