Questões na prática

Clínica Médica

Gastroenterologia

Infectologia

Dermatologia

Paciente, 36 anos de idade, lavradora, procedente da zona rural, cursa com diarreia há três meses com perda ponderal de 5 kg, além de dor abdominal. Nega história familiar de câncer. Tem dieta rica em frutas e legumes. O quadro se caracteriza por 8 dejeções/dia com fezes amolecidas, sem muco ou sangue visíveis. Traz exame protoparasitológico de fezes, em uma amostra, negativo. Ao exame físico, se apresenta com hipocromia de mucosas ++/4, IMC: 23 kg/cm², abdome sem visceromegalias. Os exames de laboratório evidenciam Hb: 8 g/dl, VHS: 54 mm na 1ª hora, leucograma: 14,3 mil com 76% segmentados. A colonoscopia revelou úlceras de aspecto serpiginoso em ceco e íleo terminal, com mucosa de permeio normal. Um exame de PPD realizado nessa paciente revelou área de induração de 7 mm após 72 horas. Esse dado:

A
não muda conduta, pois é inespecífico e comum na população brasileira
B
indica presença de anticorpos após contato com bacilo da tuberculose ou vacina
C
indica a necessidade de tratamento para tuberculose intestinal
D
indica a necessidade de biópsia do íleo terminal
E
é indicativo de imunossupressão e da necessidade de pesquisar HIV
São formas de miopatia, EXCETO:
A nefrolitíase por ácido úrico vem aumentando em frequência nos últimos anos, principalmente em pacientes obesos, portadores de síndrome metabólica e diabéticos. Nesses pacientes, a anormalidade metabólica mais comumente observada é:
Em relação à doença celíaca, podemos afirmar que: I. O diagnóstico pode ser feito através de biópsia do intestino delgado e, na histologia, identificam-se graus variados de atrofia vilositária, hipertrofia das criptas e aumento dos linfócitos intraepiteliais. II. A apresentação clínica e a gravidade dos sintomas são proporcionais à extensão do segmento de intestino delgado comprometido. III. A grande maioria dos casos da doença está associada ao HLA-B27. IV. Anticorpos antiendomísio e antitransglutaminase são altamente sensíveis e específicos para o diagnóstico da doença.
O PNI (Programa Nacional de Imunização do Ministério da Saúde) prevê a administração rotineira na infância de vacinas contra as seguintes doenças:
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