Questões na prática

Ginecologia e Obstetrícia

Obstetrícia

Paciente, 37 anos de idade, primigesta com 32 semanas de gestação é acompanhada no ambulatório de pré-natal de alto risco por hipertensão gestacional estando em uso de alfametildopa 750 mg/dia. Na consulta médica, apresenta-se sem queixas. Após 30 minutos de decúbito lateral esquerdo, apresenta PA = 140 X 90 mmHg, porém com curva de pressão arterial média sistólica de 160 mmHg e diastólica de 105 mmHg. Atividade uterina ausente e BCF = 144 bpm. A cardiotocografia mostrou feto ativo e reativo. Qual é a conduta mais adequada?

A
Aumentar a dose de alfametildopa e iniciar corticoide.
B
Solicitar exames de comprometimento sistêmico e iniciar hidralazina EV.
C
Retorno em três semanas com cardiotocografia e curva pressórica.
D
Internação para avaliação da vitalidade fetal e resolução da gravidez.
Homem de 54 anos, portador de doença arterial coronária crônica, apresenta, após intensa emoção, dor torácica precordial e perda da consciência. Os pulsos periféricos não são perceptíveis e a pressão arterial não foi percebida. O mecanismo provável da parada é:
Na sala de parto, você atendeu um recém-nascido a termo cuja mãe não realizou pré-natal. Em relação ao risco de transmissão da hepatite B para este recém-nascido, qual a conduta inicial adequada?
No tratamento das fístulas anais, pode-se afirmar que:
Assinale a alternativa que contém as afirmativas corretas, quanto aos critérios diagnósticos da Síndrome Hepatorrenal: I. Presença de Doença hepática aguda ou crônica, com insuficiência hepática avançada e hipertensão portal. II. Concentração de creatinina plasmática superior a 1,5mg/dl que se eleva rapidamente em dias ou semanas, III. Ausência de qualquer outra causa de doença renal, IV. Ausência de melhora da função renal, após expansão de volume com albumina na dose de 1g/kg de peso por dia até 100 g/dia, pelo menos por 48 horas depois da retirada dos diuréticos.
Compartilhar