Questões na prática

Ginecologia e Obstetrícia

Ginecologia

Paciente, 52 anos de idade, G4P3A1, queixa-se de sangramento pós-coital há 7 meses. Relata, ainda, fluxo genital com mau cheiro há 15 dias. Coitarca aos 15 anos. Relata passado de sífilis e ser tabagista desde os 17 anos, fumando atualmente uma carteira por dia. Ao exame físico, TA: 100 X 70 mmHg, PR: 80 bpm. Exame segmentar sem alterações. Exame especular revela lesão exofítica de 2,0 cm em lábio anterior do colo uterino. Considerando-se a história clínica e os achados referidos, o próximo passo na avaliação da paciente é:

A
realização do Papanicolau
B
biópsia da lesão
C
conização do colo com LEEP
D
conização alargada do colo
E
ultrassonografia transvaginal
Em relação ao diagnóstico da tuberculose, assinale a alternativa INCORRETA.
No paciente com acalasia do cárdia existe a indicação de esofagectomia nos seguintes casos:
Um paciente com 19 anos de idade, trabalhador rural, procurou assistência médica ambulatorial em virtude de apresentar, há 3 dias, quadro clínico caracterizado por intenso prurido em todo o corpo, mais intenso à noite. O exame físico mostrou a presença de vesículas e pálpulas nas regiões interdigitais, periumbilical, pubiana e no pênis. Considerando a situação hipotética descrita acima, julgue os itens seguintes. O tratamento dessa doença deve obedecer a dois ciclos com intervalo de uma semana entre eles.
Nesta questão é apresentado um quadro clínico hipotético, seguido de uma assertiva a ser julgada. Um paciente de 11 anos de idade chegou ao pronto-socorro com crise convulsiva, acompanhado pela mãe, que referiu que, há uma semana, a criança apresenta irritabilidade intercalada com hipoatividade, inapetência e chora sem causa aparente. Meia hora antes, apresentou hipertermia (39,7°C) e, logo depois, espasmos generalizados. Foi a primeira crise da criança. A mãe trouxe exame de urina do paciente que evidenciava 100.000 UFC/ml de um patógeno urinário único e 7 piócitos por campo e um leucograma com discreta leucocitose. Nessa situação, tratando-se de uma convulsão febril, a criança deve sair da consulta com prescrição de antitérmicos quando tiver febre e uso de benzodiazepínicos.
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