Questões na prática

Ginecologia e Obstetrícia

Ginecologia

Paciente, 52 anos de idade, G4P3A1, queixa-se de sangramento pós-coital há 7 meses. Relata, ainda, fluxo genital com mau cheiro há 15 dias. Coitarca aos 15 anos. Relata passado de sífilis e ser tabagista desde os 17 anos, fumando atualmente uma carteira por dia. Ao exame físico, TA: 100 X 70 mmHg, PR: 80 bpm. Exame segmentar sem alterações. Exame especular revela lesão exofítica de 2,0 cm em lábio anterior do colo uterino. Dos tipos de HPV a seguir, os que estão relacionados ao câncer cervical são:

A
2, 4, 16 e 18
B
6, 11, 16 e 18
C
16, 18, 31 e 33
D
6, 11, 31 e 33
E
31, 33, 44 e 46
Paciente masculino, de 55 anos, é hipertenso, em uso de anti-hipertensivos e AAS. Procura atendimento médico devido a primeiro episódio de epistaxe, a qual não cessou com medidas caseiras, como gelo local. Ao exame, apresenta: ritmo cardíaco regular; PA=220/140 mmHg; FC=90 bpm; sangramento nasal, não sendo possível identificar sua origem. Dentre as condutas abaixo, qual a mais adequada?
Considere as afirmativas a seguir, relacionadas ao tratamento das fases inicias do choque: I. Em geral a ressuscitação volêmica é iniciada para todos os pacientes com 1 a 1,5 litros de solução de ringer com lactato e volumes adicionais são realizados com solução fisiológica (NaCl a 0.9%).; II. A dobutamina é uma catecolamina sintética utilizada como primeira opção para pacientes em choque.; III. A noradrenalina por causar vasoconstricção renal e diminuição da filtração glomerular não é recomendada como primeira opção para pacientes que permanecem hipotensos após reposição volêmica.; IV. O uso de dopamina se associa a maior incidência de taquiarritmias e maior mortalidade quando comparada com a noradrenalina, não sendo mais a primeira opção para restauração rápida da PAM.; V. A vasopressina pode ser indicada no choque séptico, nos pacientes que persistem hipotensos com doses moderadas de noradrenalina e iniciaram a hidrocortisona. A alternativa que contém todas as afirmativas CORRETAS é:
Homem de 78 anos de idade em consulta de avaliação pré-operatória para estratificação do risco de complicações cardiológicas, referentes a uma cirurgia de retirada de um carcinoma espinocelular de face, com anestesia local. É portador de insuficiência cardíaca compensada e diabetes, também compensado. Ao exame clínico: íctus desviado para esquerda, sem outras alterações. O eletrocardiograma mostra alterações difusas da repolarização ventricular, a radiografia de tórax e os exames laboratoriais estão todos normais. Neste momento a conduta adequada é:
Paciente de 55 anos, sexo feminino, com quadro súbito de perda de consciência, que durou 15 minutos. Com recuperação da consciência, apresentava cefaleia intensa, pulsátil e vômitos. Após 3 dias procurou atendimento por permanência das queixas e apresentava o seguinte exame neurológico: Kernnig positivo bilateral, com rigidez de nuca com Brudizinski presente e Lasègue positivo. Estava febril (38º). Foi puncionada e LCR com: 7 leucócitos, predomínio de mononucleares, proteínas de 90mg%, glicose 60mg% (glicemia de 90mg%), hemácias de 5500. Provas dos três tubos mostrando xantocromia mantida (invariável). CT de crânio hiperdensidade de foice inter-hemisférica posterior. Qual é o diagnóstico e conduta, além da internação.
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