Questões na prática

Ginecologia e Obstetrícia

Pediatria

Ginecologia

Paciente, 52 anos, faz mamografia de rotina e aparece área de densidade assimétrica no QSE esquerdo. Durante a mamografia, o radiologista mandou que ampliasse aquela área com compressão para ver o seu comportamento. A área de densidade assimétrica permaneceu. Esta área, ao exame clínico, não tem maior expressão. A ultrassonografia de mama mostrou área ecogênica densa com discreta sombra. A conclusão da mamografia foi Categoria 4 (altamente suspeita); na ultrassonografia a conclusão foi BI-RADS 4. Foi então indicada core biopsia, que foi realizada. O resultado histopatológico foi inconclusivo pedindo para continuar a pesquisa. Qual deve ser o próximo passo?

A
Aguardar e repetir a mamografia em seis meses.
B
Localizar a área por estereotaxia e proceder a biopsia incisional.
C
Se a área não tem expressão clínica, repetir mamografia em um ano.
D
Densidade assimétrica não tem nenhum significado propedêutico.
E
A palpação não tem maior expressão, o exame de core biopsia foi inconclusivo, fazer então acompanhamento clínico.
Um lactente de 4 meses de idade apresenta há 3 dias tosse produtiva, coriza, desconforto respiratório e febre. Ao exame físico constatam-se: taquidispneia, tiragens torácicas moderadas, sibilos e estertores grossos bilaterais, sem melhora significativa após uso de nebulização com broncodilatador. Ao RX de tórax evidencia-se hiperinsuflação pulmonar difusa bilateral, com áreas de hipotransparências em 1/3 superior direito e 1/3 inferior esquerdo. Qual é o diagnóstico provável?
Considere um paciente com 3 anos, pesando 18 kg com história de tosse e febre alta há 5 dias. Hoje a mãe percebeu que estava “roxinho”, apático, vomitou 15 vezes e parou de urinar. Ao exame: apático, pálido, cianose perioral, batimento de asa do nariz, frequência respiratória de 60 ipm, frequência cardíaca de 180 bpm, temperatura axilar de 37,5°C, PA - 60×35 mmHg. MV diminuído em todo HTD com estertores crepitantes, bulhas em 2T taquicárdicas com sopro sistólico grau II/VI em todos os focos. Abdome distendido, RHA diminuído e fígado palpável a 2 cm de RCD e AX. Pulsos centrais finos, pulsos periféricos não palpáveis, tempo de enchimento capilar 5 segundos. Qual a provável suspeita diagnóstica e conduta adequada?
Em relação à trombólise no IAM, é correto afirmar:
No exame parcial de urina, num paciente com disfunção renal aguda, a presença de cilindros hemáticos pode significar:
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