Questões na prática

Ginecologia e Obstetrícia

Pediatria

Ginecologia

Paciente, 52 anos, faz mamografia de rotina e aparece área de densidade assimétrica no QSE esquerdo. Durante a mamografia, o radiologista mandou que ampliasse aquela área com compressão para ver o seu comportamento. A área de densidade assimétrica permaneceu. Esta área, ao exame clínico, não tem maior expressão. A ultrassonografia de mama mostrou área ecogênica densa com discreta sombra. A conclusão da mamografia foi Categoria 4 (altamente suspeita); na ultrassonografia a conclusão foi BI-RADS 4. Foi então indicada core biopsia, que foi realizada. O resultado histopatológico foi inconclusivo pedindo para continuar a pesquisa. Qual deve ser o próximo passo?

A
Aguardar e repetir a mamografia em seis meses.
B
Localizar a área por estereotaxia e proceder a biopsia incisional.
C
Se a área não tem expressão clínica, repetir mamografia em um ano.
D
Densidade assimétrica não tem nenhum significado propedêutico.
E
A palpação não tem maior expressão, o exame de core biopsia foi inconclusivo, fazer então acompanhamento clínico.
A infecção cervicovaginal pelo HPV (Vírus do Papiloma Humano) configura um dos principais cofatores na gênese do câncer dessa topografia. Qual alternativa contém afirmações VERDADEIRAS em relação ao Vírus?
Na assistência ao parto pélvico, o fórcipe utilizado no desprendimento da cabeça derradeira encravada é:
Heloísa, 24 anos, gesta III, para 0, aborto II (duas perdas fetais no 2º trimestre), atualmente na 34ª semana de gestação, procura a emergência com cólica, dores em membros inferiores e perda líquida há duas horas, sem sangramento. No exame obstétrico inicial, observa-se líquido amniótico claro e sem grumos saindo pela vagina. Nos membros inferiores nota-se trombose venosa profunda (TVP). No puerpério imediato, a trombose venosa profunda (TVP) de Heloísa se agrava por ter permanecido muito tempo acamada apesar das recomendações médicas para a deambulação precoce. O sinal que indica gravidade da TVP é:
Dorival, 68 anos, em pré-operatório de carcinoma bem diferenciado localizado no colo esquerdo. História de colonoscopia há dez anos, com remoção de pólipo de 1 cm de diâmetro. Seu irmão mais velho foi operado de câncer no colo aos 80 anos. Tem história prévia de trombose venosa profunda femoropoplítea direita há 10 anos após fratura de ossos de perna e imobilização com aparelho gessado. O ecodoppler venoso recente mostra total recanalização do sistema venoso profundo direito, com discreto refluxo na veia femoral superficial. A antibioticoprofilaxia neste caso deve ser feita com:
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