Questões na prática

Clínica Médica

Gastroenterologia

Paciente 65 anos, sexo masculino, apresentou dor epigástrica inicial localizando-se posteriormente em fossa ilíaca direita. Ao exame físico, mostrava dor à descompressão brusca na fossa ilíaca D. Foi submetido a apendicectomia clássica, e o laudo histopatológico revelou tratar-se de adenocarcinoma invasivo mucinoso do apêndice. A conduta mais adequada, neste caso, é:

A
observação rigorosa do paciente nos primeiros dias de pós-operatório.
B
não existe diferença entre apendicectomia por apendicite aguda ou adenocarcinoma.
C
hemicolectomia direta.
D
seguimento com dosagem periódica do antígeno carcinoembrionário (CEA).
E
a mesma para tumores carcinoides do apêndice medindo menos de 1cm.
A alternativa farmacológica ao fechamento cirúrgico da persistência do canal arterial (PCA), no período neonatal, é:
Gestante de 26 anos, tabagista, primigesta, com idade gestacional de 35 semanas e 5 dias, baseada no dia da última menstruação e ultrassonografia do 1º trimestre, procurou pronto-atendimento por diminuição da movimentação fetal nos últimos dias. A altura uterina era de 29 centímetros, a frequência cardíaca fetal de 144, a pressão arterial aferida de 100x70 mmHg, e ao toque vaginal o colo uterino estava impérvio. A ultrassonografia revelou oligoidrâmnio, de acordo com ILA (índice do líquido amniótico). O valor do ILA compatível com oligoidrâmnio seria:
Qual o cuidado pré-operatório de herniorrafia em homem de meia-idade para o procedimento cirúrgico de Stoppa?
Gestante de 30 semanas interna em trabalho de parto franco, com dilatação cervical de 6 cm, colo fino e centralizado, bolsa íntegra, apresentação cefálica em plano –1 de De Lee e FCF de 136 bpm. Em que pesem os esforços na tentativa de inibir a contratilidade uterina, o trabalho de parto evoluiu para o período expulsivo. Qual a ação mais importante a ser realizada pelo obstetra ao realizar um parto nesta situação?
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