Questões na prática

Clínica Médica

Gastroenterologia

Homem, 42 anos de idade, procurou atendimento médico em unidade básica de saúde, com história de diarreia há três meses, com fezes pastosas em grande volume, com restos alimentares e presença de gordura. Perda ponderal de 10 kg no período. Refere ingestão de meia a uma garrafa de aguardente por dia, desde a adolescência. Ao exame físico: bom estado geral, mau estado nutricional, consciente, orientado e hipocorado +/4+. Pressão arterial: 90/60 mmHg e frequência cardíaca: 102 bpm. Abdome escavado, flácido, discretamente doloroso à palpação profunda de epigástrio, sem sinais de defesa, sem visceromegalias ou massas palpáveis, ruídos hidroaéreos normativos. O mecanismo fisiopatológico que mais, provavelmente, explica a diarreia é:

A
Aumento da osmolaridade intestinal por má absorção de nutrientes.
B
Exsudação da mucosa intestinal do cólon ascendente por neoplasia.
C
Aumento da secreção de água e eletrólitos por ação do álcool.
D
Inflamação da mucosa intestinal por infecção ou infestação.
Paciente, 30 anos de idade, G3POA3, todas as perdas gestacionais de primeiro trimestre. Na propedêutica foram evidenciados cariótipo do casal normal, ultrassonografia endovaginal sem alterações, anticoagulante lúpico e anticardiolipina positivos. Nesse caso, está indicado o uso de:
Criança, nascida de parto normal a termo, apgar de 9 no primeiro minuto e de 10 no quinto minuto, pesando 3.280 g, é encaminhado para o alojamento conjunto, usando LM exclusivo. Na alta, após o segundo dia de vida, o pediatra nota icterícia de esclerótica e face. No prontuário, verifica que a mãe é Rh+, grupo A e o RN é Rh negativo, grupo O. A dosagem de bilirrubinas revelou BI igual a 10% do total. O diagnóstico mais provável nesse caso é:
Maria, 3 meses, vem ao ambulatório com história de regurgitação, caracterizada por cerca de 4 episódios ao dia, desde o primeiro mês de vida. Não há associação com tosse ou apneia. O peso e desenvolvimento estão adequados. Qual das condutas abaixo não é apropriada para o caso?
Prematuro de 27 semanas e 1080g, com 60 horas de vida, está em ventilação mecânica com parâmetros mínimos após ter recebido 2 doses de surfactante. A primeira, com 2 horas, e a segunda, com 12 horas de vida, respectivamente. Há 3 horas, apresenta queda da saturação com necessidade de aumento de parâmetros ventilatórios. Ao exame, apresenta frequência cardíaca entre 168 a 180 bpm, precórdio hiperdinâmico, sopro sistólico em terceiro espaço intercostal esquerdo e pulso amplo. Gasimetria, com aumento de PCO2 e dimuição da PaO2. Neste momento, o diagnóstico mais provável, devido à piora clínica deste prematuro, é:
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