Questões na prática

Ginecologia e Obstetrícia

Obstetrícia

Ginecologia

Paciente admitida no pronto-atendimento com sangramento genital, dor em baixo ventre, e atraso menstrual de 2 meses. Ao exame, apresentava pressão arterial de 90 x 50 mmHg, descorada +2/+4, com sudorese, pulso arterial de 100 bpm, e sangramento pelo orifício externo do colo de moderada quantidade. Ao toque vaginal, o colo estava impérvio com útero discretamente aumentado. Realizado teste de gravidez qualitativo na urina que revelou resultado positivo. Com bases nesses dados, é possível formular a(s) seguinte(s) hipótese(s) diagnóstica(s), dentre as síndromes hemorrágicas do primeiro semestre da gravidez:

A
está descartada a hipótese de prenhez ectópica, porque não foi descrita massa anexial ao exame físico.
B
está descartada a hipótese de doença trofoblástica gestacional, porque não foi observada a saída de vesículas pelo orifício externo do colo uterino.
C
não é possível se tratar de abortamento incompleto, porque não há dilatação do colo uterino.
D
se fosse prenhez ectópica, haveria obrigatoriamente descrição de dor ao toque do fundo de saco de Douglas.
E
com base nos dados apresentados, não é possível descartar prenhez ectópica, abortamento ou doença trofoblástica gestacional.
Em relação ao Antígeno Prostático Específico (PSA), que tem relevante importância na avaliação da próstata humana, é correto afirmar:
Você é o médico que está avaliando uma criança no pronto atendimento. A criança tem 10 meses de idade e diagnóstico clínico e radiológico de pneumonia adquirida na comunidade, de provável etiologia bacteriana. Em qual das situações abaixo você poderia optar corretamente por tratar ambulatorialmente essa criança sem interná-la?
Homem, 37 anos de idade, com diagnóstico prévio de urolitíase, com dor lombar à direita há 20 dias, fazendo uso de diclofenaco, evoluiu há 48 horas com piora da dor abdominal, com náuseas, vômitos e redução do volume urinário. Exames de laboratório mostram ureia: 120 mg/dl, creatinina: 3,0 mg/dl, hemogasimetria arterial: pH: 7,33; HCO3: 11 mEq/l; PCO2: 26 mmHg, PaO2: 87 mmHg. BE: -4; Cl: 106 mEq/l, Na: 140 mEq/l, SaO2: 94%. K: 6,0 mEq/l; glicemia: 104 mg/dl. Cálcio: 8,5 mg/dl. Sódio urinário em amostra isolada: 19 mEq/l. A ultrassonografia de abdome mostra dilatação pielocalicial à direita, sem outras alterações. No tratamento desse paciente, a medida mais importante é:
Forma reversível, porém, recorrente de doença hepática que ocorre no terceiro trimestre, sendo de bom prognóstico é a:
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