Questões na prática

Ginecologia e Obstetrícia

Ginecologia

Paciente, com 22 anos de idade, nuligesta, submeteu-se à videolaparoscopia e anexectomia unilateral por cisto ovariano. O resultado anatomopatológico da peça foi de cistoadenocarcinoma seroso. A melhor conduta oncológica é:

A
Reabordagem cirúrgica com histerectomia total, salpingo-oforectomia contralateral, coleta de lavado peritoneal, omentectomia infracólica e linfonodectomia pélvica e periaórtica.
B
Reabordagem cirúrgica com coleta de lavado peritoneal, omentectomia infracólica, linfonodectomia pélvica e periaórtica, biópsias peritoneais e biópsia do ovário contralateral, mesmo se macroscopicamente normal.
C
Reabordagem cirúrgica com coleta de lavado peritoneal, omentectomia infracólica, linfonodectomia pélvica e periaórtica e biópsias peritoneais múltiplas.
D
Não é necessária reabordagem cirúrgica, uma vez que já há indicação para realização de quimioterapia adjuvante, independente de novos achados anatomopatológicos.
E
Não é necessária reabordagem cirúrgica ou quimioterapia, uma vez que já foi realizada anexectomia.
De acordo com as orientações do Ministério da Saúde-Brasil para manejo de crianças nascidas vivas de mães infectadas pelo HIV é correto afirmar que:
Recém-nascido apresenta ao final do 1º minuto de vida frequência cardíaca 80bpm, choro fraco, reagindo à aspiração das vias aéreas com caretas, hipotonia generalizada e cianose central. Após os cuidados, ao final do 5º minuto, encontra-se com frequência cardíaca 130 bpm, chorando forte, reagindo à aspiração das vias aéreas com espirros e com as mãos, com hipotonia dos membros inferiores mas movimentando os superiores, mantendo a cianose central. Qual o score de Apgar no 1º e 5º minutos de vida, respectivamente?
Uma mulher de 29 anos, evoluindo há 50 dias com tremores de extremidades, emagrecimento de 5kg, palpitação, labilidade emocional e exoftalmo, fez os seguintes exames: hormônio tireoestimulante = 0,001, tiroxina livre = 4,8, anticorpo anti-receptor de TSH (TRAB) = 42 (normal até 10). O diagnóstico mais provável e a conduta inicial são:
Mulher, 66 anos, sabidamente diabética tipo 2 há mais de 10 anos, sem controle satisfatório, hipertensa em uso irregular de anti-hipertensivos, tabagista 30 anos/maço, assintomática, comparece à consulta para avaliação clínica de rotina. Ao exame físico, IMC: 40 kg/m², PA: 212x114 mmHG, FC: 99 bpm. Ausculta cardíaca: Bulhas cardíacas sem sopros. Ausculta respiratória: MV presente sem RA. Abdome e extremidades sem alterações. O eletrocardiograma revela hipertrofia ventricular esquerda. Nesse caso, quais as metas preconizadas para glicemia de jejum, HDL, LDL, triglicérides e PA?
Compartilhar