Questões na prática

Ginecologia e Obstetrícia

Ginecologia

Paciente, com 25 anos de idade, nuligesta, com tumor macroscópico de colo uterino de aproximadamente 4cm de diâmetro. À colposcopia, não foi evidenciada invasão de fórnices vaginais e, ao toque retal, paramétrios são livres. Foi realizada ressonância magnética da pelve que excluiu a possibilidade de invasão vesical e retal, mas evidenciou nítida invasão parametrial bilateral proximal, sem comprometimento da vias urinarias. A melhor conduta a ser adotada é:

A
Radioterapia pélvica com braquiterapia e quimioterapia sensibilizante
B
Histerectomia ampliada e linfonodectomia pélvica
C
Traquelectomia radical e linfonodectomia pélvica laparoscópica
D
Quimioterapia neodjuvante e cirurgia de Wertheim-Meigs
E
Radioterapia neoadjuvante e cirurgia de Wertheim-Meigs
O tumor neuroendócrino do pâncreas mais frequente:
Paciente aos 65 anos de idade submetido a ressecção gástrica por neoplasia, IMC 40 com dificuldade no pós-operatório de mobilização precoce. Como medida preventiva de complicação grave e frequente, nesses pacientes no pós-operatório imediato, deve-se utilizar:
Lucia tem 27 anos e sua mãe Vera, 55 anos. Há dois meses Vera notou durante autoexame um nódulo em mama esquerda que após investigação teve como diagnóstico carcinoma ductal infiltrante de mama. Lucia lembra que sua avó materna, Isadora também foi portadora de câncer de mama e morreu após três anos do tratamento cirúrgico. Com estas informações o Dr. Julio, mastologista responsável pelo caso, resolve investigar a possibilidade de Lúcia também desenvolver a mesma patologia fazendo pesquisa genética para identificação de mutações que possam indicar tal risco. Este estudo é realizado inicialmente em Vera e posteriormente em Lucia e em ambas o resultado foi semelhante, com a presença de mutação tipo BRCA-1. Você, ao analisar este relato, identifica que a conduta do Dr. Julio e sua respectiva justificativa foram:
Lucia tem 27 anos e sua mãe Vera, 55 anos. Há dois meses Vera notou durante autoexame um nódulo em mama esquerda que após investigação teve como diagnóstico carcinoma ductal infiltrante de mama. Lucia lembra que sua avó materna, Isadora também foi portadora de câncer de mama e morreu após três anos do tratamento cirúrgico. Com estas informações o Dr. Julio, mastologista responsável pelo caso, resolve investigar a possibilidade de Lúcia também desenvolver a mesma patologia fazendo pesquisa genética para identificação de mutações que possam indicar tal risco. Este estudo é realizado inicialmente em Vera e posteriormente em Lucia e em ambas o resultado foi semelhante, com a presença de mutação tipo BRCA-1. A presença de BRCA-1 positivo em Vera e Lúcia tem, para Lucia, os significados principais de:
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