Questões na prática

Clínica Médica

Infectologia

Paciente com 35 anos, sexo masculino, profissão pedreiro, procedente de Curitiba deu entrada no Pronto Socorro, no mês de julho, com quadro de febre (38oC), dores musculares (abdome e panturrilha), icterícia, sangramento nasal, cefaleia que se iniciou há 3 dias. Além disso foi observado um rash cutâneo difuso, urina concentrada frequência respiratória de 28 movimentos respiratórios por minuto e frequência cardíaca de 100 bat/min. Frente a este caso, considerando a epidemiologia, qual o PRINCIPAL diagnóstico?

A
leptospirose.
B
febre hemorrágica do West do Nilo.
C
dengue clássico.
D
dengue hemorrágico.
E
febre amarela.
Mulher, 52 anos de idade, assintomática, em início de menopausa, apresentou em exames de rotina AST: 210 U/dl, ALT: 102 U/dl, gamaglutamiltransferase: 92 U/l. Não faz reposição hormonal. Nega transfusões sanguíneas e tem apenas um parceiro sexual. O exame físico é normal. Realizou exames adicionais que revelaram Hb: 13,2 g/dl, Ht: 37%, leucograma: 5.700 leucócitos/mm³ sem desvios, glicemia: 82 mg/dl. Anti-HCV positivo, AgHBs negativo, índice de saturação de transferrina: 40%, ferritina sérica: 850 mcg/dl. Anticorpos antimitocôndria, antimúsculo liso e anti-LKM negativos. Anticorpos anti-TPO positivos. O passo seguinte, entre os exames complementares, é:
Com relação aos efeitos colaterais da fluoexetina, a assertiva incorreta é:
Paciente, sexo masculino, 1 ano e 7 meses de idade, é admitido com aumento de volume abdominal há 4 dias, acompanhado de vômitos com eliminação de áscaris, tosse seca intermitente e olhos amarelos há um dia. Nos antecedentes, prematuro (34 semanas), diagnosticada falcemia (SS) pelo teste de triagem neonatal. Ao exame físico, descorado, desidratado, ictérico, afebril, com abdome distendido, hipertimpânico, com ruidos diminuídos, doloroso à palpação, evoluindo com piora da dor abdominal, parada de eliminação de gases e fezes, febre, taquicardia e taquipneia. Leucograma com 16 mil leucócitos, sendo 81% de neutrófilos com 4% de bastões. O diagnóstico mais provável é:
Uma mulher de 37 anos apresenta lesão enegrecida de cerca de 0,8 cm de diâmetro, no dorso. Tipo de biópsia recomendada:
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