Questões na prática

Ginecologia e Obstetrícia

Ginecologia

Paciente com 43 anos de idade, primípara, há 3 anos queixava-se de perda urinária e urgência miccional associada à nictúria e perda de urina durante o ato sexual. Refere perineoplastia há 5 anos. Exames de urina e cultura foram normais. Exame urodinâmico mostrou hiperatividade detrusora, com diagnóstico final de bexiga hiperativa. A terapêutica clínica nesse caso é:

A
drogas anticolinérgicas.
B
drogas betabloqueadoras.
C
drogas alfa-adrenérgicas.
D
estrogênicos e cinesioterapia.
Antônia tem 28 anos, diagnóstico de doença lúpica e deseja engravidar. Busca aconselhamento para saber de seus riscos e do uso de medicamentos durante a gravidez. Você orienta Antônia e informa que a droga mais adequada para o controle do lúpus durante o período gestacional, é:
Menina, 9 anos, apresenta retardo moderado do desenvolvimento psicomotor, crises tônicas generalizadas em sono, mioclonias multifocais em vigília e crises atônicas com queda súbita ao solo. Há história de sofrimento perinatal, Apgar 3 no primeiro minuto e 5 no quinto minuto. O EEG evidencia descargas generalizadas na forma de complexos ponta-onda a 2.0-2.5 Hz. Qual a provável síndrome epiléptica e qual a melhor opção terapêutica neste caso?
A rotina de atendimento de recém-nascidos prevê ações de saúde no campo da prevenção que podem ser exemplificadas abaixo. Das medidas de promoção de saúde abaixo, é incorreto afirmar que:
Paciente, 7 anos de idade, procedente da zona rural, é internado com quadro de dor abdominal há 3 dias em cólica de média intensidade, anorexia, tosse e febre diária de baixa intensidade. Ao exame, REG é nutricional, palidez cutaneomucosa. Abdome volumoso, SM visceromegalias, doloroso à palpação. Hemograma com 9400 leucócitos, 58% segm., 1% bast., 10% eosinófilo, anemia microcítica e hipocrômica moderada (Hb: 7,0; Ht: 26%), ausência de células anormais. RX de tórax com infiltrado inflamatório intersticial. Para o diagnóstico, deve-se solicitar:
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