Questões na prática

Clínica Médica

Pediatria

Neurologia

Neuropediatria

Paciente com 9 meses de idade, sexo feminino, comparece para consulta de rotina no ambulatório de puericultura. A família nega queixas e relata que a criança é muito ativa e esperta, observando preferência para segurar brinquedos com a mão esquerda, por ser “canhota”. Ao exame físico a paciente firma a cabeça, rola, senta sem apoio, ainda não engatinha, fica em pé com apoio e troca passos com apoio. A resposta obtida ao se testar o reflexo cutâneo plantar é de extensão dos dedos bilateral. Baseado nesses dados você conclui que:

A
A paciente apresenta desenvolvimento neuropsicomotor normal e já definiu a lateralidade, tendo a mão esquerda como dominante.
B
A paciente apresenta lesão no trato piramidal bilateral uma vez que o sinal de Babinsk está presente.
C
O desenvolvimento neuropsicomotor não está adequado, pois nesta idade as crianças já engatinham.
D
Considerar a possibilidade de diagnóstico de Encefalopatia Crônica Não Progressiva do tipo hemiparética.
Recém-nato, portador de Síndrome de Down e com história gestacional de polidrâmnio, apresentou às primeiras horas de vida vômitos biliosos, sem distensão abdominal. No segundo dia, encontrava-se ictérico, com persistência dos vômitos biliosos e, ao exame físico, eram visualizadas ondas peristálticas abdominais. Identificou-se sinal de dupla bolha ao RX de abdome simples. Qual é a conduta inicial recomendada nesse caso?
Sobre a tetralogia de Fallot assinale a correta:
Paciente de 74 anos possui cálculo radiopaco observado na radiografia de abdome, de 1,9 cm em cálice superior de rim esquerdo. Relata dor lombar esporádica do mesmo lado, sem hidronefrose, sem febre ou outros sintomas. Das alternativas possíveis qual o melhor tratamento para esse caso?
Criança de 3 anos, masculino, trazida ao ambulatório de cirurgia por apresentar saída de secreção mucóide por orifício de 2 mm na borda anterior do músculo esternocleidomastoídeo (na junção dos 2/3 superiores com o 1/3 inferior do músculo). Qual a hipótese diagnóstica?
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