Questões na prática

Clínica Médica

Infectologia

Hematologia

Paciente com história de hepatite crônica por vírus C, sem seguimento médico ambulatorial há 12 anos, apresenta-se ao pronto socorro com queixa de aumento progressivo de volume abdominal e desconforto respiratório. Ao exame apresenta-se consciente, com aranhas vasculares, eritema palmar, ascite tensa e circulação colateral evidente em parede abdominal. Baseando-se no caso apresentado, assinale a alternativa INCORRETA:

A
Na presença de RNI acima de 2, deve-se transfundir plasma fresco antes de realizar a paracentese.
B
Na presença de mais de 250 polimorfonucleares na análise do líquido ascítico, deve-se suspeitar de peritonite bacteriana espontânea.
C
Pela presença de desconforto respiratório e ascite tensa, a conduta inicial de escolha é a paracentese terapêutica com retirada de até 5.000 ml do líquido ascítico.
D
Na terapia de manutenção, utiliza-se espironolactona associada à furosemida.
E
O uso de diuréticos por via endovenosa não está indicado no tratamento de ascite secundária à cirrose.
Na avaliação pré-operatória de uma colecistectomia videolaparoscópica eletiva de um homem com 45 anos de idade, em que a anamnese e o exame físico não sugerem doença cardíaca isquêmica, insuficiência cardíaca, diabetes mellitus, aterosclerose generalizada ou doença renal crônica, sendo este homem capaz de subir dois andares sem sintomas, a conduta recomendada é:
Que condição sistêmica NÃO está associada ao risco aumentado de formação de cálculos renais.
Na faixa etária pediátrica, qual das seguintes doenças tem diagnóstico clínico e indicação de tratamento cirúrgico mais evidentes, sem necessidade de exames complementares pré-operatórios na maioria dos casos?
Lactente de seis meses, portador de tetralogia de Fallot, apresenta, pela manhã, logo após despertar, quadro de agitação, choro inconsolável, hiperpneia e cianose intensa e progressiva, evoluindo para síncope. Durante estas “crises”, a conduta terapêutica tem como principal objetivo:
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