Questões na prática

Clínica Médica

Pediatria

Infectologia

Doenças Respiratórias

Paciente de 12 meses de idade, sexo feminino, vem a consulta médica por falta de ganho ponderal há 60 dias. Sem outras queixas. A mãe refere que a criança alimenta-se normalmente, apresentando dieta adequada para a idade. Seu peso atual está no P 3 (anteriormente no P10) e a estatura no P 25 (anterior P25). O exame físico geral e segmentar não apresenta alterações. Há aproximadamente 1 semana, realizou hemograma e parasitológico de fezes que foram normais. Qual seria a melhor conduta para este paciente?

A
Solicitar parcial de urina.
B
Expectante.
C
Realizar biópsia intestinal.
D
Solicitar urocultura com antibiograma.
E
Solicitar teste do suor.
Uma primípara com fator sanguíneo “O” positivo dá a luz a um bebê tipo “A” positivo, a termo. Seu hematócrito é de 55%. Com 36h de vida, o bebê apresenta-se ictérico e com níveis séricos de bilirrubina de 12 mg/dl. Marque a alternativa que apresenta um achado que confirmaria a hipótese de doença hemolítica por incompatibilidade ABO.
Uma menina de 10 meses de idade apresenta pobre ganho ponderal, tosse persistente e uma história de pneumonias de repetição (três eventos nos últimos quatro meses). Sua mãe relata que as fezes da menina são muito grandes e com odor muito fétido. Considerando a melhor hipótese diagnóstica, o procedimento propedêutico mais apropriado é:
Uma menina de 18 meses, previamente saudável, apresenta-se com obstrução nasal unilateral direita com secreção purulenta e fétida daquela narina. O exame geral da criança é normal. O diagnóstico mais provável é:
Um menino de 8 anos de idade é atendido no ambulatório. Tem história de asma, tratada somente nas crises, com boa resposta. Há três dias apresenta tosse cheia, congestão nasal, febre baixa e desconforto respiratório. Seus pais estavam usando um descongestionante nasal de uso oral, e um xarope fitoterápico para a tosse. Ao exame, o menino apresenta-se bem, com taquipneia (frequência respiratória de 40 ipm), tiragem costal leve e sibilos expiratórios à ausculta. Não há estertores. A taxa de fluxo de pico expiratório (peak-flow-metria) é de 60%. A conduta imediata mais adequada é:
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