Questões na prática

Ginecologia e Obstetrícia

Obstetrícia

Paciente de 22 anos, submeteu-se a esvaziamento uterino por mola hidatiforme completa. Apresentou os seguintes níveis de beta-hCG (em mUI/ml) no seguimento pós-molar: 3200 (1º dia), 900 (7º dia), 870 (14º dia) e 850 (21º dia).

A
Trata-se de declínio adequado de níveis de beta-hCG, indicando evolução normal para cura e não necessita de avaliação complementar.
B
A descida nos níveis de beta-hCG está lenta, porém gradual, devendo-se esperar até 10 semanas para negativação.
C
Trata-se de tumor trofoblástico gestacional e deve ser discutida a opção de nova curetagem uterina ou histerectomia.
D
A curva de beta-hCG é inconclusiva, devido ao pequeno tempo de seguimento.
E
Trata-se de coriocarcinoma, pois os níveis de beta-hCG estão elevados.
Interprete os resultados da análise do LCR abaixo, de uma criança de 3 anos com suspeita de meningite: Aspecto: Turvo; prot: 200 mg/dL; glicorraquia: 20 mg/dL; leucócitos: 510/mm3 (80% seg. e 10% linf) bacterioscopia: diplococos gram positivo. O provável diagnóstico é:
Paciente obesa, 79 anos, diabética, hipertensa, com história prévia de revascularização aortobifemoral, foi submetida à cirurgia para fratura de colo de fêmur e evoluiu no primeiro dia pós-operatório com queda do estado geral, vômitos, dor abdominal difusa e distensão abdominal. Qual o provável diagnóstico?
Paciente 18 anos, vítima de capotagem, deu entrada na emergência em prancha e com colar cervical, PA: 120/80mmHg, FO: 88bpm, confuso, com abertura ocular a dor, localizando estímulos dolorosos. Qual seu escore na escala de coma de Glasgow?
Paciente apresenta tamponamento cardíaco traumático, responde rapidamente à pericardiocentese e, durante a próxima hora no setor de emergência, permanece clinicamente estável e sem evidências de novo tamponamento. Qual deve ser a melhor abordagem para esse paciente?
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