Questões na prática

Ginecologia e Obstetrícia

Ginecologia

Paciente de 27 anos, assintomática, sem patologias prévias, exame físico normal realiza sua primeira colpocitologia oncótica, com laudo a seguir: Amostra satisfatória Elementos representados na amostra: escamoso Microbiologia: cocos e presença de ‘clue cells’ Negativo para neoplasia A conduta mais adequada é:

A
Prescrever metronidazol e repetir colcocitologia após tratamento
B
Prescrever metronidazol e repetir colcocitologia em um ano
C
Repetir imediatamente a colpocitologia
D
Prescrever metronidazol e encaminhar colcocitologia
E
Repetir a colpocitologia em um ano
Uma mulher com 43 anos de idade foi encaminhada ao ambulatório de especialidades pelo médico de família que a acompanha na Unidade Básica de Saúde. Consta, na guia de referência, que a paciente vem apresentando episódios de nefrolitíase de repetição. Na primeira e na segunda crise, foi diagnosticada, por meio de ultrassonografia das vias urinárias, a presença de cálculos na pelve direita, que mediam, respectivamente, 1 mm e 2 mm, e que foram expelidos. O último episódio (terceiro) aconteceu há cerca de 15 dias, sem que houvesse resolução espontânea do quadro nem alívio dos sintomas. O médico especialista que atendeu a paciente solicitou urotomografia, cujo resultado demonstrou a presença de cálculo renal direito, medindo 4 mm. Os exames solicitados mostraram: sódio = 137 mEq/L (valor de referência = 132 a 146 mEq/L); potássio = 3,8 mEq/L (valor de referência = 3,5 a 5,5 mEq/L); cálcio total = 12,4 mg/dL (valor de referência = 8,3 a 10,6 mg/dL); ácido úrico = 3,4 mg/dL (valor de referência = 2,6 a 6,0 mg/dL); creatinina = 0,8 mg/dL (valor de referência = 0,53 a 1,0 mg/dL). Diante do quadro clínico descrito acima, a conduta adequada é
Paulinho, 15 meses, portador da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, apresentou, há uma semana, pneumonia por Pneumocystis e candidíase de esôfago. Na ocasião, sua contagem de LT-CD4 era de 200 células por mm3 (milímetros cúbicos). Se Paulinho fosse realizar as próximas vacinas em um curto período de tempo, provavelmente sua pediatra indicaria:
Lucília sofreu fratura de membros inferiores (fêmur e tíbia) após acidente automobilístico, sem sinais de trauma em tórax ou abdome. Estava em observação na emergência, evoluindo bem. Após 24h do acidente, apresentou dificuldade respiratória progressiva, cianose, torpor, anemia, febre e aparecimento de petéquias no corpo. A radiografia de tórax demonstrou infiltrado hilar e basal, difuso e bilateral. O diagnóstico de Lucília, neste momento, é de:
Depressão é uma desordem psiquiátrica muito mais frequente do que se imaginava. Estudos recentes mostram que 10% a 25% das pessoas que procuram os clínicos gerais apresentam sintomas dessa enfermidade. No entanto, seu diagnóstico continua sendo equivocado, sub ou superestimado. Considerando o impacto social e econômico da depressão subdiagnosticada, os profissionais de saúde devem estar atentos às histórias de seus pacientes buscando identificar fatores de risco para o desenvolvimento dos quadros depressivos. Dos fatores abaixo listados, aqueles que podem ser considerados de risco para o quadro depressivo são:
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