Questões na prática

Clínica Médica

Infectologia

Paciente de 32 anos, masculino, internado há 5 dias com dispneia por pneumonia da comunidade. Febre alta nos 2 primeiros dias e 1 pico de 38ºC há 48h. Atualmente: Consciente, frequência cardíaca de 76 por minuto, frequência respiratória de 18 por minuto, PA 110x60 mmHg, saturação 2 de 97% com ar ambiente e RX de tórax com infiltrado no 1/3 inferior do hemitórax esquerdo. Em situações como esta, qual seria a melhor conduta?

A
Manter o internamento até completar os 10 dias de antibiótico.
B
Mudar o esquema de antibiótico.
C
Alta hospitalar com antibiótico oral, ambulatorial.
D
Punção do hemitórax esquerdo para diagnóstico etiológico.
E
Transferir para UTI.
Pacientes submetidos à Gastroplastia à Fobi-Capella que apresenta no pós-operatório recente ou tardio, sintomas pós-prandial de sensação de mal-estar com fraqueza, náuseas, desconforto epigástrico, taquiesfigmia, taquicardia, eructações e fogachos, acompanhados ou não de vômitos e/ou alterações da função intestinal, apresentam como principal complicação:
A Academia Americana de Pediatria publicou, em 2011, uma diretriz sobre convulsão febril simples na infância. Considera que pacientes de seis meses a seis anos sejam avaliados nas primeiras 12 horas após a crise convulsiva. A crise não pode ser prolongada, focal e/ou recorrente. Não é válida para aqueles com quadros neurológicos prévios, anormalidades conhecidas do sistema nervoso central ou história de convulsões afebris. Assim, nessas crianças, com convulsão febril simples:
Paciente portador de doença hemorroidária interna (Grau IV), a melhor opção terapêutica é:
Um menino de 12 anos de idade perfurou o pé com um prego enquanto brincava na pracinha. Dois dias depois, evoluiu com claudicação devida à dor, calor e edema locais. O diagnóstico provável é:
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