Questões na prática

Ginecologia e Obstetrícia

Ginecologia

Paciente de 32 anos, nuligesta, chega ao consultório com relato de dor pélvica crônica desde os 25 anos. Refere ciclos menstruais de 25 dias de duração com 8 dias de sangramento de moderada intensidade. Dismenorreia, náuseas e vômitos são frequentes durante a menstruação. Existe melhora dos sintomas com contraceptivos orais, mas a paciente relata parada do uso há 2 anos. O exame físico da paciente é normal. O diagnóstico mais provável é:

A
Adenomiose.
B
Endometriose
C
Varizes pélvicas
D
DIP crônica
E
Síndrome do intestino irritável
Que sequelas os recém-nascidos de baixo peso apresentam por: Hipóxia e Isquemia?
Paciente internado com quadro de edema, oligúria, hipertensão, apresenta-se dispneico com estertores de base pulmonar, alterações hidroeletrolíticas, como hiperpotassemia, acidose grave, hipocalcemia, hiperfosfatassemia e hiperuricemia. Após instituir a terapêutica habitual para IRA, passa a manter hiponatremia refratária à terapia. Aumento progressivo da ureia e creatinina, oligoanúria persistente. A conduta a ser adotada no caso é indicar:
A cefaleia é um dos sintomas mais comuns na prática médica. Os aspectos de história relacionados a seguir, fazem pensar em migrânea (enxaqueca) como origem da cefaleia, exceto:
Mulher, 75 anos de idade, com doença de Alzheimer, em ambiente asilar, com incontinência esfincteriana prévia, vem há dois dias com agitação psicomotora intercalada por períodos de sonolência. Não teve diarreia e a temperatura medida pela cuidadora foi de 37,8°C. Ao exame físico, apresenta- se sem rigidez nucal, sem sinais de localização, PR: 108 bpm, FR: 21 ipm, ausculta cardiorrespiratória evidenciando discretos crépitos inspiratórios e expiratórios em base, sem variação com a tosse. Abdome flácido, indolor. A investigação deve começar por:
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