Questões na prática

Ginecologia e Obstetrícia

Ginecologia

Paciente de 32 anos tenta engravidar há quatro anos. O espermograma do parceiro é normal. A histerossalpingografia revelou cotte positivo bilateralmente. No 23° dia do ciclo, a dosagem sérica da progesterona foi de 1 ng/ml e a histologia na biópsia de endométrio foi compatível com fase proliferativa. Para o caso descrito, a conduta mais adequada é indicar:

A
Hidrotubação.
B
Videolaparoscopia.
C
Uso de citrato de clomifeno.
D
Uso de progesterona na 2ª fase do ciclo.
Primigrávida de 19 anos de idade, com 37 semanas de gestação, se apresenta na sala de Emergência devido a quadro de início recente de dor progressiva no quadrante superior direito do abdômen, náuseas, vômitos e cefaleia. Antes do início dos sintomas, a gravidez tinha transcorrido sem intercorrências. Nega antecedentes médicos relevantes e afirma ter tomado suplementos vitamínicos, ferro e ácido fólico. O exame físico mostra uma mulher obesa, desidratada com temperatura de 37,6°C, pulso de 110 bpm e PA de 140/95 mmHg. O quadrante superior direito do abdômen está hipersensível à palpação. O útero não está inflamado e nem contraído e os batimentos cardíacos fetais são de 142 bpm. Exames laboratoriais; hematócrito de 32%; série branca de 22.000 leucócitos/ml; plaquetas de 110.000/ml; tempo de protrombina de 14,9 seg (controle 12 seg); ureia de 24 mg/dl; glicemia de 56 mg/dl; creatinina de 1,5 mg/dl; albumina de 3,4 g/dl; bilirrubina de 1,8 mg/dl; fosfatase alcalina de 179 u/l,AST de 238 u/l; ALT de 372 u/l; amilase de 27 u /l, amônia de 90 ug/dl. EAS com leve proteinúria, 3 leucócitos por campo, sem cilindros. Ultrassonografia do abdome superior revela fígado levemente vesícula biliar discretamente dilatada com espessamento da parede, sem cálculos no seu interior.O pâncreas aparenta ser normal. O diagnóstico mais provável é:
Paciente masculino, 62 anos, tabagista e tossidor crônico, apresenta há três dias aumento da secreção pulmonar, que se apresenta espessa e amarelada, febre alta, chiado e dispneia. Ao exame, apresenta-se em mau estado geral, taquipneico, T = 38 ºC, cianose de extremidades ++/4; Extremidades quentes, FC = 114 bat/min; PA = 9 x 6 mmHg. Aparelho Respiratório: Estertores creptantes em bases, roncos e sibilos. Aparelho Cardiovascular: BRNF sem sopros. MMII: Sem edemas. Gasometria arterial em ar ambiente: pH = 7,22; pCO2 = 38 mmHg; pO2 = 68 mmHg; Sat O2 = 82%; HCO3 = 10 mEq/L e BE = –10 mEq/L Em relação à gasometria, pode-se afirmar:
Ainda em relação ao paciente anterior, 8 semanas após introdução do esquema-retroviral, o paciente passa a apresentar linfadenomegalia generalizada, com gânglios grandes com 4 cm de diâmetro , móveis, com consistência elástica, principalmente, em cadeias cervicais,axilares, e mediastinais. Os exames realizados 4 semanas após a introdução do esquema antiretroviral, mostravam contagem de CD4 = 200 células/mm e cv = abaixo do limite mínimo de detecção. A principal hipótese diagnóstica e tratamento são:
Mulher de 62 anos, nuligesta, diabética, hipertensa e obesa, com menopausa aos 56 anos, queixa-se de sangramento vaginal há cerca de 2 meses, associado a desconforto pélvico leve. Última citologia oncótica há 8 meses, sem alterações. Nega tratamento hormonal na menopausa. Qual fator de risco não está associado com o quadro acima?
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