Questões na prática

Clínica Médica

Cardiologia

Com relação à fibrilação atrial, assinale a alternativa INCORRETA:

A
Devido à ação inotrópica negativa dos betabloqueadores, eles devem ser evitados nos pacientes com fibrilação atrial.
B
Hipertireoidismo e intoxicação alcoólica aguda são causas bem definidas de fibrilação atrial.
C
Idade superior a 75 anos é um fator de risco para a ocorrência de AVC no paciente portador de fibrilação atrial.
D
Os bloqueadores do canal de cálcio verapamil e diltiazem podem ser utilizados para o controle da frequência cardíaca nos pacientes com fibrilação atrial.
E
A incidência da fibrilação atrial aumenta com a idade.
Na emergência, uma criança de cinco anos de idade apresenta-se com sintomas na mucosa conjuntival (hiperemia, vasodilatação, quemose e exsudação); sem relato de qualquer trauma ocular. Ao exame clínico, é detectado: visão aparentemente normal; reflexos pupilares normais; ausência de corpos estranhos; boa mobilidade ocular. Qual o diagnóstico mais provável?
Um homem com 39 anos de idade, hipertenso há 12 anos, submetido à colecistectomia eletiva por videolaparoscopia sem intercorrências, com alta após 2 dias da cirurgia, procura atendimento hospitalar, relatando que, no dia seguinte ao da alta hospitalar, apresentou sangramento nasal espontâneo contínuo. Informa ter feito compressão externa com os dedos e deixado a cabeça inclinada para trás por uma hora, porém sem efeito. O exame físico do paciente evidencia: pressão arterial = 180 x 120 mmHg e presença de epistaxe moderada em narina esquerda. Ao exame da orofaringe, observa-se ausência de sangramento visível. Nessa situação clínica, se, após avaliar a via aérea do paciente, o médico realizar compressão externa nasal por 20 minutos, administrar medicação anti-hipertensiva e, ainda assim, o paciente persistir com o quadro de epistaxe, a conduta médica adequada seria realizar
Homem 82 anos, tabagista desde os 25 anos, diabético tipo II e hipertenso com uso irregular de captopril. Há 24 horas apresentou dor aguda de forte intensidade e progressiva em região torácica posterior, Nega dor semelhante prévia. Nega claudicação intermitente. Ao exame físico: consciente e orientado, pressão arterial de 200 x110 mmHg, frequência cardíaca de 77 bpm, pulsos palpáveis e simétricos em membros superiores, em em membros inferiores os pulsos distais estavam diminuídos, porém simétricos. O eletrocariograma da admissão era sugestivo de sobrecarga ventricular esquerda. Foi internado, iniciada analgesia e otimizada a terapia anti-Hipertensiva. A dor torácica persistia após 48 horas, com pressão arterial de 140 x 80 mmHg e frequência cardíaca de 55 bpm. A figura abaixo mostra a radiografia de tórax e parte da tomografia. Qual o diagnóstico provável e a melhor conduta?
Homem de 70 anos de idade, hipertenso e tabagista, realizou consulta ambulatorial de rotina na qual foi constata uma massa pulsátil indolor em mesogástrio. Foi solicitado exame de imagem, cujo resultado está apresentado nas fotos a seguir. Dentre as alternativas abaixo, qual está correta sobre o caso?
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