Questões na prática

Clínica Médica

Infectologia

Paciente de 50 anos de idade, tabagista 20 cigarros/dia, há 30 anos, é admitido com história de 3 dias de febre alta, tosse produtiva, expectoração amarela, dor torácica e dispneia progressiva. Ao exame, estava pálido, leve icterícia de mucosas, com batimentos de aletas nasais, frequência respiratória de 34 incursões por minuto, pressão arterial de 90 x 60 mmHg. RX de tórax mostra condensação alveolar em terço médio e superior de pulmão direito, hemograma com 18500 leucócitos com 7600 bastões, ureia de 60 (normal até 40), creatinina de 1,6, bilirrubinas de 3,5 mg%. Mesmo com hidratação vigorosa, a pressão arterial do paciente não se altera na emergência, e o mesmo é admitido na Unidade de Terapia Intensiva. Terapêutica mais adequada é:

A
Penicilina G + vancomicina.
B
Claritomicina + ceftriaxone.
C
Ceftriaxone + vancomicina.
D
Ciprofloxacina + cefepima.
E
Vancomicina + ciprofloxacina.
Paciente do sexo masculino, 28 anos, procura assistência médica ambulatorial em função de "olho vermelho". Ao exame ocular, apresenta hiperemia conjuntival bilateral associada à presença de copiosa quantidade de secreção ocular purulenta, que se mantém constante e na mesma intensidade ao longo de todo o período do dia. Há suspeita de existirem microperfurações na córnea. A dor ocular é mínima e o paciente relata ocasional turvação visual. A hipótese diagnóstica mais provável é:
Paciente do sexo feminino, 53 anos, portadora de depressão maior, diabetes mellitus tipo 2 e hipertensão arterial sistêmica, em tratamento irregular, foi admitida na unidade de emergência com queixas de odinofagia, dor e tumefação em região cervical direita, além de febre de 39ºC e calafrios. Seu exame físico revelava exsudatos purulentos em amígdala direita e turgência jugular fixa e palpável homolateral, com ausculta respiratória e cardíaca normais. Exames laboratoriais evidenciaram leucocitose com neutrofilia e elevação dos níveis de proteína C reativa, e a radiografia de tórax revelou a presença de infiltrados pulmonares cavitados bilateralmente. Um ecocardiograma transtorácico não evidenciou vegetações ou disfunção ventricular. A bactéria que mais provavelmente cresceu nas hemoculturas desta paciente, frente ao seu principal diagnóstico, foi:
Um lactente com passado de infecções pulmonares recorrentes, com crescimento deficiente, é levado a UPA por tosse e dificuldade na alimentação. A mãe informa que o menino tem “um defeito de nascença no coração”. Ao exame, encontra-se sudoréico, taquipneico, taquicárdico e apresenta sopro holossistólico na reborda esternal esquerda baixa. A cardiopatia congênita é :
Sobre as cardiopatias congênitas, correlacione: I - Transposição de grandes artérias. II - CIV. III - Defeito do septo atrioventricular total. IV - Tetralogia de Fallot. V - Síndrome do ventrículo esquerdo hipoplásico. ( ) Sinais de insuficiência cardíacas raramente estão presentes. ( ) É a cardiopatia congênita cianótica mais comum em RN's. ( ) Entre as citadas, é a cardiopatia congênita mais prevalente. ( ) É a anomalia congênita mais frequentes nos portadores de síndrome de Down. ( ) Manifesta-se por ausência de pulsos nos 4 membros e por sinais de choque, em geral após 24 horas de vida. Assinale a numeração CORRETA:
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