Questões na prática

Clínica Médica

Gastroenterologia

Hepatologia

Paciente de 59 anos, masculino, com aumento do volume abdominal procura pela primeira vez atendimento médico. Apresenta aumento lento e progressivo do volume abdominal há dois meses, associado à fadiga. Ao exame físico, o paciente encontra-se emagrecido, ictérico +/4, com aumento do volume abdominal e sinal de Piparotte positivo. Em relação à ascite que ocorre nesse caso, está INCORRETO afirmar que:

A
A paracentese, além de confirmar a presença da ascite, é a grande arma para diagnosticar a causa básica do derrame peritoneal.
B
A probabilidade de peritonite bacteriana espontânea aumenta quando a dosagem de proteína do líquido ascítico for maior que 1,0g/dL.
C
O gradiente soro-ascite da albumina > 1, 1g/dL sugere hipertensão portal.
D
O principal mecanismo de formação da ascite é a retenção de sódio e água pelos rins, associado à hipoalbuminemia e à hipertensão portal.
E
O início insidioso da ascite, sem fatores precipitantes, indica pior prognóstico.
Assinale a alternativa que indica a cardiopatia congênita que mais frequentemente se manifesta com insuficiência cardíaca:
D. Rosa, 62 anos, hipertensa, desde os 45 anos, com uso regular de anti-hipertensivos, apresentou subitamente um quadro de amaurose fugaz resultando em perda da visão monocular transitória. A causa mais frequente deste quadro é:
A transposição das grandes artérias é a cardiopatia cianogênica mais comum no período neonatal. Nessa anomalia, a aorta emerge do ventrículo morfologicamente direito e a artéria pulomonar, do esquerdo. As circulações pulmonares e sistêmicas estão em paralelo não em série, como ocorre normalmente. Essa condição seria incompatível com a vida se não houvesse mistura intercirculatória por uma comunicação interatrial, interventricular ou pelo canal arterial. Entre os principais achados do exame físico em pacientes com transposição das grandes artérias não associada à comunicação interventricular são:
Criança do sexo masculino com 3 meses de vida apresenta vômitos não biliosos “em jato” repetidos, distensão do abdome superior (epigástrio), aumento da peristase gástrica (ondas peristálticas forte da esquerda para direita após alimentação). A criança está desidratada, emagrecida, mas com apetite voraz. A palpação abdominal mostra um “tumor” (oliva) em hipocôndrio direito. A radiografia simples de abdome mostra dilatação gástrica importante, ausência de ar em intestino (inclusive duodeno). O diagnóstico provável é:
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