Questões na prática

Clínica Médica

Cardiologia

Paciente de 65 anos com início há duas horas de dor retrosternal tipo opressiva com irradiação para mandíbula e dorso, chega ao hospital ainda com dor. Você monitora, instala oxigênio, providencia um acesso venoso e verifica dados vitais. Para continuar o atendimento do paciente acima qual a conduta que deverá ser tomada a seguir?

A
Iniciar estatina.
B
Iniciar inibidor da enzima de conversão de angiotensina.
C
Iniciar bloqueador dos canais de cálcio.
D
Providenciar eletrocardiograma, marcadores de necrose miocárdica e no máximo em 10 minutos radiografia de tórax.
E
Fazer história e exame físico detalhados para a seguir iniciar terapia medicamentosa.
Paciente de 75 anos, tabagista, com doença pulmonar obstrutiva crônica, otite média crônica em tratamento com amoxacilina, hipertenso há 12 anos e diabético há 8 anos, em uso de glimeperida 4 mg/dia, metformina 850 mg/dia, amilorida 10 mg/dia, captropil 75 mg/dia, cavedilol 25 mg/dia e sinvastatina 40 mg/dia, sequelado de AVC (hemiparético à E), chega ao pronto-socorro do SUS com história de cefaleia holocraniana e constante há 9 dias; disfasia há 4 dias; náuseas, vômitos e confusão mental há 2 dias. Há 3h, apresentou crise convulsiva tonicoclônica generalizada. Apresenta ainda dispneia de repouso e ortopneia, astenia e anorexia. Nega febre. Ao exame, PA de 150/90 mmHg, FC de 68 bpm, FR de 27 ir/min, afebril, hipocorado (++/4), edema de MMII, ++/4; AR: murmúrio vesicular universalmente diminuído com estertores difusos; ACV; RCR, 3T, bulhas normofonéticas, sopro sistólico em foco aórtico de +/4; ABD; hepatomegalia a 2 cm do RCD, dolorosa e macicez móvel à percussão; Sistema nervoso: força grau III à E, desorientado, disfásico, sem sinais meníngeos. Exames complementares: leucócitos de 3.100 cél/mm3, plaquetas de 746.000, proteína c reativa de 32 mg/dl, creatinina de 1 mg/dl, sódio de 130 meq/l, potássio de 6,1 meq/l. Radiografia de tórax: presença das linhas B de Kerley e infiltrado Peri-hilar bilateral. Em relação ao caso clínico, responda: Em relação à causa base do quadro clínico atual do paciente, marque a melhor opção:
Paciente feminina, 46 anos, proveniente de Pedro Rosário-MA, chega ao ambulatório. Refere diagnóstico de enxaqueca crônica e nega outras patologias conhecidas. Queixa de cefaleia unilateral pulsátil, retro-orbitária, intensa, que lhe acorda à noite e dura cerca de 1 hora, sudorese fria; refere cerca de três crises ao dia, durante cerca de dois meses, todos os anos, há 2 anos. Refere alcoolismo crônico. Ao exame, ptose palpebral, miose e congestão ocular unilateral e ipsilateral ao local da dor; sem outras alterações ao exame físico. Qual o provável diagnóstico e conduta adequada?
Em relação às doenças infecciosas, julguem os itens a seguir e marque a resposta correta. 1- A biópsia hepática deve ser indicada para todos os pacientes com RNA do vírus da hepatite C detectado. A genotipagem deve ser feita no início do tratamento para definir a duração do mesmo. Isto porque, segundo os protocolos de terapêutica, os pacientes infectados pelos genótipos 1 e 2 devem ser tratados por 24 semanas, enquanto aqueles com infecção pelo genótipo 3 devem ser tratados por 48 semanas. 2- Segundo o II consenso brasileiro de tuberculose, um paciente de 46 anos que apresentou escarro negativo para BAAR, com tosse produtiva, perda de peso > 15% do habitual e cavitação pulmonar em lobo superior na radiografia tem indicação de teste terapêutico com esquema RIP. 3- O teste com maior sensibilidade para diagnóstico para parasitológico da Leishmaniose visceral é o mielograma. Em pacientes sem contraindicações clínicas, a primeira opção terapêutica é o antimonial pentavalente. 4- Paciente com dispneia, sialorreia, rouquidão, lesão ulcerada na mucosa nasal, adenomegalia cervical há 6 semanas, em uso de esquema RIP sem melhora clínica há 4 semanas, deve ser investigado para paracoccidiomicose.
Paciente de 18 anos, admitida no serviço de emergência com hematócrito de 18%, VCM 114 fl, reticulócitos 18%, leucócitos 9.800/mm³ e plaquetas 220.000/mm³. No sangue periférico, existem microesferócitos. O diagnóstico mais provável e o teste confirmatório são:
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